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Foi divulgado pelo veículo de comunicações Deadline que Florence Pugh estará fazendo sua grande estreia como dubladora na sequência da animação do Gato de Botas, “Gato de Botas 2: O Último Pedido“, emprestando sua voz à clássica personagem Cachinhos Dourados (Goldilocks). O filme segue o Gato de Botas, que está na última de suas nove vidas. Junto de Kitty (Salma Hayek) e Perro (Harvey Guillén), o felino em busca de emoções deve viajar para encontrar o mítico Último Desejo para restaurar as vidas que ele perdeu. Além de Florence, a animação também terá mais estrelas e comediantes notáveis se juntando ao universo Shrek, incluindo Olivia Colman, o ator brasileiro Wagner Moura, Ray Winstone, John Mulaney, Da’Vine Joy Randolph, Anthony Mndez e Samson Kayo. O projeto é dirigido por Joel Crawford e o produtor Mark Swift, que trabalharam juntos em Os Croods 2: Uma Nova Era, que rendeu à dupla uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Filme. Januel Mercado, que também atuou como parte da equipe criativa de Os Croods, será co-diretor da sequência do Gato de Botas.

O primeiro filme, lançado em 2011, foi um spin-off de Shrek após as aventuras de Gato antes de sua estreia em Shrek 2. Gato de Botas arrecadou mais de USS 149 milhões nas bilheterias domésticas e mais de US$554 milhões nas bilheterias mundiais.

Negociações sobre uma sequência remontam a 2014. O Gato de Botas 2: Nove Vidas e 40 Ladrões foi anunciado em junho do mesmo ano com a DreamWorks Animation definindo uma data de lançamento em novembro. No entanto, a animação foi adiada por um mês antes de ser removido do cronograma de lançamento devido à reestruturação na DreamWorks. Depois de muitas outras mudanças internas, o projeto finalmente avançou e O Último Desejo recebeu uma data de lançamento para 23 de setembro de 2022 e seu primeiro trailer oficial. Confira abaixo:

Fonte: Deadline, DreamWorks Animation e Universal Pictures.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



O veículo de notícias The Hollywood Reporter divulgou com exclusividade que Florence Pugh, Rami Malek e Benny Safdie entraram para o elenco de Oppenheimer, cinebiografia de J. Robert Oppenheimer, físico nuclear que conduziu o Projeto Manhattan, programa de pesquisa e desenvolvimento que produziu as primeiras bombas atômicas durante a Segunda Guerra Mundial, no Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México. O roteiro do longa, escrito também pelo diretor do filme Christopher Nolan, será baseado no livro vencedor do prêmio Pulitzer “Prometeu Americano: O Triunfo e a Tragédia de J. Robert Oppenheimer” (tradução livre) dos autores Kai Bird e Martin J. Sherwin.

Florence Pugh irá interpretar Jean Tatlock, que começou a se encontrar com Oppenheimer em 1936, quando ela era estudante de pós-graduação em Stanford e Oppenheimer era professor de física na Universidade da Califórnia, Berkeley. Eles se conheceram através da senhoria de Oppenheimer, Mary Ellen Washburn, que também era membro do Partido Comunista. O casal começou a namorar e teve um relacionamento intenso; ele a pediu em casamento duas vezes, mas ela recusou. Ela é creditada por introduzir Oppenheimer à política radical durante o final da década de 1930, e também a pessoas envolvidas ou simpatizantes do Partido Comunista ou grupos relacionados, como Rudy Lambert e Thomas Addis. Eles continuaram a se ver mesmo depois que Oppenheimer começou a se envolver com Kitty Harrison, com quem se casou. Oppenheimer e Tatlock passaram o Ano Novo juntos em 1941.

Embora alguns historiadores acreditem que Oppenheimer teve um caso extraconjugal com Tatlock enquanto ele trabalhava no Projeto Manhattan, outros afirmam que ele se encontrou com Tatlock apenas uma vez depois que ele foi escolhido para liderar o Laboratório de Los Alamos em meados de junho de 1943. Na passagem de Oppenheimer em Berkeley para recrutar David Hawkins como assistente administrativo no projeto, ele e Jean foram a um restaurante mexicano e passaram a noite juntos no apartamento de Tatlock em São Francisco. Durante todo o tempo, havia agentes do Exército dos EUA os vigiando do lado de fora. Naquela reunião, Jean disse a Oppenheimer que ainda o amava e queria estar com ele. Ele nunca mais viu ela novamente.

Apesar de seu relacionamento com Oppenheimer, no livro de memórias de Edith Arnstein Jenkins, ela cita uma conversa com Mason Robertson, um grande amigo de Jean, na qual ele afirma que Tatlock lhe disse que ela era lésbica. É plausível que Tatlock tenha tido um relacionamento com Mary Ellen Washburn. Como psicanalista na década de 1940, ela via sua homossexualidade como uma condição patológica a ser superada, o que pode ter levado ao seu eventual suicídio. Ela escreveu para um amigo que “houve um período em que eu pensei que era homossexual. Eu ainda sou, de certa forma, forçada a acreditar nisso, mas realmente, logicamente, tenho certeza que eu não posso ser por causa da minha não-masculinidade.”

Tatlock sofria de depressão clínica e estava sendo tratada no Mount Zion. Por volta das 13 horas do dia 5 de janeiro de 1944, seu pai, John Tatlock, chegou ao seu apartamento. Quando não houve resposta ao toque da campainha, ele entrou por uma janela e a encontrou morta, deitada em uma pilha de travesseiros, com a cabeça submersa na banheira parcialmente cheia. Havia uma nota de suicídio não assinada, que dizia:

“Eu estou enojada com tudo… Para aqueles que me amaram e me ajudaram, todo o amor e coragem. Eu queria viver e ter algo a oferecer e fiquei paralisada de alguma forma. Tentei muito entender e não consegui… Acho que eu seria um fardo toda a minha vida—ao menos eu pude tirar o peso de uma alma paralisada de um mundo de luta.”

John moveu o corpo de Jean até o sofá, vasculhou o apartamento para encontrar a correspondência e queimou-as na lareira junto com algumas fotografias. Ele passou horas no apartamento antes de ligar para a funerária, que entrou em contato com a polícia. A polícia então chegou às 17h30, acompanhada por um médico-legista. No momento de sua morte, ela estava sob vigilância do FBI, e seu telefone estava grampeado, então uma das primeiras pessoas informadas sobre isso foi o diretor do FBI, J. Edgar Hoover, através de um link de teletipo. A notícia de sua morte foi noticiada nos jornais da Bay Area.

Washburn telegrafou Charlotte Serber em Los Alamos. Como bibliotecária, ela teve acesso à Área Técnica e contou ao marido, o físico Robert Serber, que então foi informar Oppenheimer. Quando chegou ao seu escritório, descobriu que Oppenheimer já sabia. O chefe de segurança de Los Alamos, Capitão Peer de Silva, recebeu a notícia através do grampo telefônico e da Inteligência do Exército, e transmitiu para Oppenheimer. Tatlock havia apresentado Oppenheimer às poesias de John Donne, e acredita-se que ele nomeou o primeiro teste de uma arma nuclear “Trinity” em referência a um dos poemas de Donne, como uma homenagem a ela. Em 1962, Leslie Groves escreveu a Oppenheimer sobre a origem do nome, e obteve a seguinte resposta:

“Eu sugeri… O motivo de eu ter escolhido o nome não está claro, mas sei quais pensamentos estavam em minha mente. Há um poema de John Donne, escrito pouco antes de sua morte, que eu conheço e amo. Dele uma citação:

“Como oeste e leste
Em todos os mapas planos – e eu sou um – são um,
Assim, a morte toca a Ressurreição.”

Em outro poema devocional mais conhecido, Donne começa

“Golpeie meu coração, Deus Trino”.

Houve, algumas vezes, especulações de historiadores e de seu irmão sobre se a morte de Jean foi realmente suicídio, já que havia algumas circunstâncias suspeitas.

Em fevereiro de 1944, um inquérito formal retornou um veredito de “Suicídio, motivo desconhecido”. No relatório do legista, ele descobriu que Jean havia comido uma refeição completa pouco antes de sua morte. Ela tomou alguns barbitúricos, mas não uma dose fatal. Traços de hidrato de cloral foram encontrados, uma droga comumente associada a um “Mickey Finn”, bebida alcoólica adulterada com uma substância concebida para incapacitar a pessoa que a bebe, mas não havia álcool em seu sangue, apesar de danos em seu pâncreas que indicavam que ela bebia muito. Como psiquiatra que trabalhava em um hospital, ela tinha acesso a sedativos como hidrato de cloral. O legista descobriu que ela morreu por volta das 16h30 do dia 4 de janeiro. A causa da morte foi registrada como “edema agudo nos pulmões com congestão pulmonar” – afogamento na banheira. Parece provável que ela se ajoelhou sobre a banheira, tomou hidrato de cloral e mergulhou a cabeça na água.

O filme, com sua história meio comercial sobre o desenvolvimento da bomba atômica, é um risco artístico e financeiro para Christopher e a Universal Studios, carregando um orçamento de USD 100 milhões. Nolan geralmente tem um senso aguçado do que o público quer, transformando thrillers sinuosos como “A Origem” em sucessos de bilheteria e marcando pontos com críticos e público com outro da Segunda Guerra Mundial, “Dunkirk”, estrelado por Fionn Whitehead. Harry Styles, Barry Keoghan, Cillian Murphy, Tom Hardy e mais.

Cillian Murphy irá estrelar como J. Robert Oppenheimer, Emily Blunt como Kitty Oppenheimer, Robert Downey Jr. como Lewis Strauss, Matt Damon como Leslie Groves Jr. e Benny Safdie como Edward Teller.

A Universal Pictures distribuirá “Oppenheimer” mundialmente, mas, até o momento, apenas a data de lançamento nos cinemas norte-americanos foi divulgada (21 de julho de 2023).

Fonte: The Hollywood Reporter, Variety e Wikipédia.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh foi nomeada pela prestigiada revista TIME como uma dos 100 líderes em ascensão do ano de 2021; que estão moldando o futuro através do entretenimento, da saúde, da política, dos negócios, entre outros meios. A atriz britânica é uma das 54 mulheres presentes na lista, que conta com médicos e cientistas que estão lutando contra a COVID-19, ativistas que promovem igualdade e justiça, jornalistas que defendem a verdade e artistas compartilhando suas visões do presente e do futuro, entre outros profissionais que de alguma forma fizeram, e fazem, a diferença em seus campos de atuação.

O editor-chefe e CEO da TIME, o jornalista Edward Felsenthal, definiu os escolhidos como “provedores de uma ‘esperança lúcida’ em meio a uma pandemia global, ao aprofundamento da desigualdade, a injustiça sistêmica e a questões existenciais sobre a verdade, a democracia e o próprio planeta”.

Confira abaixo a tradução do artigo sobre Florence Pugh para a TIME100 Next, escrito pela também atriz Lena Headey; que atuou ao lado de Florence em “Lutando Pela Família”:

Florence Pugh carrega uma falta de vaidade que a faz habitar plena e completamente cada papel que ela assume, desde a historicamente difamada Amy March em “Adoráveis Mulheres” à enlutada Dani em “Midsommar: O Mal Não Espera a Noite”. Nós nos conhecemos trabalhando em “Lutando Pela Família”, para o qual ela se transformou em uma estrela da WWE. Nós lutamos juntas (em calções curtos e agarrados), choramos juntas (estava no roteiro), mas, principalmente, rimos muito. Ela é uma atriz magnífica, cheia de generosidade com seus colegas de elenco e curiosidade sobre a vivência humana. Um público ainda maior logo conhecerá seu poder, quando Florence estrelar ao lado de Scarlett Johansson no próximo filme da Marvel, “Viúva Negra”. Quando não está nas telas, Flo não sente necessidade nenhuma de fingir ser outro alguém além de quem ela realmente é: uma cozinheira fantástica e uma nerd colossal, o que eu digo como um elogio. Além disso, ela canta como um anjo.

Fonte: TIME.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh foi escalada para o papel principal do novo filme da Universal Pictures: o mistério de assassinato “The Maid”. Além de protagonista, Florence também será uma das produtoras da adaptação, que é baseada no romance de estreia homônimo da autora Nita Prose, juntamente com Josh McLaughlin (Wink Pictures) e Chris Goldberg (Winterlight Pictures).

Com data de publicação prevista para o ano de 2022, o romance combina o charme de “Eleanor Oliphant Está Muito Bem“, de Gail Honeyman, com um quê de mistério em torno de um assassinato ao melhor estilo Agatha Christie. A história se passa no Regency Grand Hotel, onde Molly, a camareira e personagem-título, deixa todos os quartos perfeitos e imaculados enquanto descobre os segredos sujos de cada hóspede. Um quem-matou repleto de pistas e uma sala trancada, “The Maid” explora a descida de Molly à fatalidade visceral de seu prestigiado e renomado local de trabalho, enquanto conta uma história oportuna sobre os pontos fortes de nossas diferenças.

A adaptação cinematográfica ainda não possui data definida para o início da produção e nem previsão de chegada às salas de cinema ao redor do mundo.

 
Fonte: Deadline.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh foi um dos nomes escolhidos pela Audible, a empresa de entretenimento falado e educativo da Amazon, para fazer parte da Coleção Jane Austen, que contará com seis audiolivros dos romances mais amados da autora. Cada história será um híbrido de narração e dramatização e contará com um elenco completo.

A atriz britânica lerá “Persuasão”, romance que conta a história de Anne Elliot, uma jovem de família nobre que se arrepende profundamente ter se deixado persuadir a romper seu noivado com o oficial da marinha Frederick Wentworth.

Além de Florence, o projeto contará ainda com as vozes das atrizes Emma Thompson, Claire Foy, Gugu Mbatha-Raw e Billie Piper. A Coleção Jane Austen será lançada no Audible no dia 5 de novembro e estará disponível aos membros do serviço por um crédito, com duração total de 32 horas.

 
Fonte: Evening Express.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



A Deadline noticiou com exclusividade nesta sexta-feira, 11, em seu site, a mais nova adição do elenco de “Don’t Worry Darling”: o cantor, compositor e ator inglês, Harry Styles. Harry — que se junta a Florence Pugh, Dakota Johnson e Chris Pine no elenco estelar — substitui o ator americano Shia LaBeouf, inicialmente escalado para o papel que agora pertence ao britânico. O motivo que ocasionou a saída de Shia do projeto, e a consequente entrada de Harry, foram conflitos de agenda, conforme anunciado pelo New Line, o estúdio responsável.

Também nesta sexta-feira, o Collider publicou um artigo revelando novos detalhes sobre o enredo e o processo de produção do novo thriller psicológico de Olivia Wilde. Confira abaixo a tradução:

Ambientado na década de 1950, o filme da New Line irá estrelar Florence Pugh como uma dona de casa infeliz que aos poucos passa a questionar sua própria sanidade quando começa a perceber incidentes estranhos em sua pequena comunidade utópica no deserto da Califórnia. Harry Styles irá interpretar o marido de Florence, um homem que é o verdadeiro retrato da perfeição e a ama profundamente, mas que está escondendo um segredo sombrio dela.

Chris Pine está escalado para co-estrelar como o líder de um estaleiro misterioso. Todos os homens estão empregados um pouco além dos limites da cidade e o personagem de Chris é reverenciado por todos os seus colaboradores e suas esposas, quase como um culto. Enquanto isso, Dakota Johnson irá interpretar a vizinha de Florence, que começa a exibir um comportamento estranho e paranoico e tenta alertá-la de que as coisas em sua comunidade não são o que parecem ser. Olivia Wilde também irá desempenhar um papel coadjuvante crucial.

Após fazer sua estreia como diretora com a aclamada comédia adolescente “Fora de Série”, Olivia irá dirigir à partir de um roteiro desenvolvido por Katie Silberman, a escrivã de “Fora de Série” que reescreveu o roteiro original de Carey e Shane Van Dyke. Olivia e Katie também irão produzir “Don’t Worry Darling” ao lado de Roy Lee e Miri Yoon, da Vertigo, enquanto Carey e Shane serão os produtores executivos juntamente com Catherine Hardwicke. Os executivos da New Line, Daria Cercek e Celia Khong, irão supervisionar o projeto para o estúdio.

O projeto é uma prioridade para a New Line, de propriedade da WarnerMedia. (…) Olivia tem vários projetos de direção em andamento, mas é esperado que “Don’t Worry Darling” seja seu próximo longa-metragem, visto que já está com seu elenco definido.

Após os anúncios, Olivia utilizou sua plataforma no Twitter para revelar os nomes dos personagens de Florence Pugh e Harry Styles: Alice e Jack, respectivamente.

Fontes: Deadline, Collider & Twitter.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



O livro oficial do filme “Viúva Negra“, a ser lançado pela Marvel, finalmente ganhou uma data prevista para chegar às prateleiras mundo afora: o lançamento está inicialmente marcado para o dia 6 de outubro de 2020, com a pré-venda provavelmente se iniciando em uma data próxima!

O especial, que se trata de um guia completo do filme; incluindo entrevistas inéditas com o elenco e a equipe, irá proporcionar ao leitor a experiência de se submergir no processo de criação da mais nova e aguardada obra da Marvel Studios. Apresentando fotos e imagens das filmagens, o título trará também conteúdo exclusivo do elenco principal (Scarlett Johansson, Florence Pugh, David Harbour e Rachel Weisz), além de bate-papos com a equipe responsável por dar vida ao mundo da espionagem de “Viúva Negra” e uma análise aprofundada da história em quadrinhos da icônica personagem da Marvel.

Confira abaixo a prévia da entrevista de Florence traduzida por nossa equipe e a nova imagem promocional divulgada no scan:

YELENA BELOVA
Florence Pugh fala sobre família e ser a assassina prática e objetiva que faz o que tem que ser feito.

Como você se sentiu ao ingressar no Universo Cinematográfico da Marvel?
Como em qualquer franquia, é sempre um pouco intimidador, devido ao que você irá trazer e de quem você irá interpretar. Eu acho que, para qualquer ator, isso automaticamente será algo muito marcante e especial, quer você assista a esses filmes pessoalmente ou não. Todo mundo cresce envolto nos filmes da Marvel, ou assistindo a eles, ou, ainda, com algum irmão que os ama e é um(a) fã ávido(a).

Foi convidativo o quanto o Universo Cinematográfico da Marvel vem se expandindo?
Totalmente. O próprio fato de terem colocado Cate Shortland na cadeira do diretor, alguém que eu nunca teria imaginado que estaria dirigindo um desses filmes, na frente de uma das histórias mais queridas, é incrível. Isso por si só já aponta para uma nova direção. O que nós viemos tentando explicar desde o começo, é que parece que Cate está apenas dirigindo outro de seus filmes. Que por acaso acontece de ter essa mega história do Universo Cinematográfico da Marvel por trás. Nunca pensei que essas duas coisas se misturariam tanto. Além disso, a história que estamos contando é bastante assustadora. É sobre mulheres que foram, essencialmente, abusadas e treinadas para serem máquinas mortíferas. Como Scarlett disse inúmeras vezes, esse é o momento certo para ela contar a história da Viúva Negra. E não estamos nos esquivando do fato de que essa história é essencialmente sobre mulheres recuperando sua vida. E é um filme da Marvel Studios, também. Isso é muito raro, e é muito emocionante fazer parte disso.

Conte-nos sobre a sua personagem.
Eu interpreto Yelena, a irmã mais nova irritante que fala tudo o que vem à cabeça sem medir as consequências. Quando nós a conhecemos, ela está meio que descobrindo o mundo sob uma nova perspectiva. Ela está magoada, é complicada e age de forma desgovernada. Quando ela reencontra a personagem de Scarlett, Natasha, Yelena está meio que redescobrindo quem ela é após ficar tanto tempo na Sala Vermelha. Então, juntas, elas percebem que estão sofrendo de maneiras muito semelhantes. Há uma amizade adorável e única entre as duas, porque, no fim das contas, elas são irmãs que não se viam há muito tempo. Elas consertam uma à outra e a falta que ambas fizeram em suas vidas. No centro disso, está essa jornada bastante brutal de descobrirem quem elas são, e isso é algo que eu não imaginava que combinaria com tantas explosões incríveis, armas, e isso e aquilo. Na verdade, há uma história muito triste no fundo.

Fonte: Black Widow: The Official Movie Special e Amazon.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Em uma breve entrevista à edição especial de agosto da revista Empire UK, intitulada de Big-Screen Preview Issue, a diretora de “Viúva Negra“, Cate Shortland, confirmou que Florence Pugh será a nova Viúva Negra do Universo Cinematográfico da Marvel. Cate, que não poupou elogios a performance da atriz no papel de Yelena Belova, falou também um pouco sobre o processo de edição do filme, que sofreu um pequeno atraso devido a pandemia do novo coronavírus. Confira abaixo alguns trechos traduzidos nos quais a diretora menciona Florence e o filme e seu processo de pós-produção:

Viúva Negra
A diretora Cate Shortland diz-nos para esquecer o que achamos que sabemos — a tão esperada pré-sequência de Natasha Romanoff está cheia de surpresas

Empire UK: Como vai você? Vocês já deveriam ter concluído e finalizado o filme a essa altura.
Cate Shortland:
Nós estávamos a uma semana de finalizar a edição quanto tivemos que parar, e então, provavelmente, levaram outras duas semanas para reunirmos a tecnologia necessária para que pudéssemos continuar editando. A parte musical está toda pronta. Estamos quase lá!

Empire: Bom, você tem que se manter ocupada. Então você está iniciando a Fase Quatro da Marvel com a pré-sequência, voltando ao passado para avançar até o futuro. Essa contradição é algo sobre o qual você falou ao fazer esse filme?
Cate:
Sim, foi. Kevin [Feige, chefe da Marvel] sempre se interessa pelo inesperado. Ele percebeu que o público esperava uma história de origem, então, é claro, fomos na direção oposta. E não sabíamos o quanto Florence Pugh seria genial. Nós sabíamos que ela seria ótima, mas não sabíamos o quanto. Scarlett é tão graciosa, ela disse, “Oh, estou passando o bastão para ela.” Então isso vai impulsionar outra história feminina.

Empire: Então você vê esse filme mais como uma entrega do que apenas uma despedida de Scarlett?
Cate:
Sim. Em “Ultimato“, os fãs ficaram incomodados com o fato de Natasha não ter tido um funeral. Enquanto Scarlett, quando eu conversei com ela sobre isso, disse que Natasha não iria querer um funeral. Ela é muito reservada, e de qualquer maneira, as pessoas não sabem realmente quem ela é. Então, o que fizemos nesse filme, foi permitir que o final fosse a dor que os indivíduos sentiam, ao invés de uma grande manifestação pública [de tristeza]. Eu acho que é um final adequado para ela.

Empire: Essa é uma abordagem muito interessante também, dado o fato de que há um aspecto de solidão nela. Colocá-la junto a uma quase-família é realmente contra-intuitivo.
Cate:
Totalmente, e novamente é Kevin, insanamente inteligente. Essas pessoas a conhecem desde a infância, então a máscara dela tem que cair imediatamente, porque, caso contrário, eles chamam sua atenção. Esse é um lado dela que vocês não estão acostumados a ver e eu acho que essa é uma maneira particularmente feminina de se olhar para uma história. Muitas vezes, os homens olham para as coisas em um grande mural mítico, certo? A grande heroína que vai matar o inimigo. O que nós abordamos foi, quem é ela quando está sozinha? Quem é ela com as pessoas que a conhecem melhor? Esses são os detalhes que estávamos procurando [explorar].

Empire: Isso foi um desafio para Scarlett em termos de atuação? Essa personagem tem sido tão definida por sua privacidade que, quando você a aprofunda e a faz se abrir, pode parecer uma pessoa completamente diferente.
Cate:
Ela sempre será reservada, mas acho que o que Florence Pugh fez, como atriz, foi se revelar tão completamente que Natasha não tem outra escolha a não ser fazer o mesmo. Então você tem esse… quase um romance realmente bonito entre as duas garotas. É a história de irmãs. Estou orgulhosa do que ambas fizeram, porque é bastante sutil mas, emocionalmente, tem muito amor, empatia e compaixão.

Fonte: Empire UK — The Big-Screen Preview Issue.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh foi convidada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela maior e mais importante premiação do cinema, o Oscar, a se juntar à organização. Florence faz parte do seleto grupo de 47 atores e atrizes que compõe a lista de um total de 819 artistas e executivos convidados que se destacaram por suas contribuições ao cinema.

A lista de convidados do ano de 2020 é composta em 45% por mulheres, 36% por membros de comunidades étnicas/raciais sub-representadas e em 49% por estrangeiros de 68 países. Ela inclui, ainda, 75 indicados ao Oscar, 15 deles ganhadores, e cinco ganhadores de Prêmios Científicos e Técnicos. Aqueles que aceitarem os convites serão as únicas adições à associação à Academia em 2020.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas emitiu uma breve declaração ao divulgar a lista, através de seu presidente, David Rubin:

A Academia tem o prazer de receber esses ilustres companheiros de viagem nas artes e nas ciências cinematográficas. Sempre abraçamos talentos extraordinários que refletem a rica variedade de nossa comunidade cinematográfica global, agora mais do que nunca.

Além de Florence, também fazem parte dos atores convidados nomes como Lakeith Stanfield, Cynthia Erivo, Kaitlyn Dever, Ana de Armas, Awkwafina, Zazie Beetz e muitos outros. A lista completa pode ser conferida aqui.

 
Fonte: Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.



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