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Florence Pugh foi nomeada pela prestigiada revista TIME como uma dos 100 líderes em ascensão do ano de 2021; que estão moldando o futuro através do entretenimento, da saúde, da política, dos negócios, entre outros meios. A atriz britânica é uma das 54 mulheres presentes na lista, que conta com médicos e cientistas que estão lutando contra a COVID-19, ativistas que promovem igualdade e justiça, jornalistas que defendem a verdade e artistas compartilhando suas visões do presente e do futuro, entre outros profissionais que de alguma forma fizeram, e fazem, a diferença em seus campos de atuação.

O editor-chefe e CEO da TIME, o jornalista Edward Felsenthal, definiu os escolhidos como “provedores de uma ‘esperança lúcida’ em meio a uma pandemia global, ao aprofundamento da desigualdade, a injustiça sistêmica e a questões existenciais sobre a verdade, a democracia e o próprio planeta”.

Confira abaixo a tradução do artigo sobre Florence Pugh para a TIME100 Next, escrito pela também atriz Lena Headey; que atuou ao lado de Florence em “Lutando Pela Família”:

Florence Pugh carrega uma falta de vaidade que a faz habitar plena e completamente cada papel que ela assume, desde a historicamente difamada Amy March em “Adoráveis Mulheres” à enlutada Dani em “Midsommar: O Mal Não Espera a Noite”. Nós nos conhecemos trabalhando em “Lutando Pela Família”, para o qual ela se transformou em uma estrela da WWE. Nós lutamos juntas (em calções curtos e agarrados), choramos juntas (estava no roteiro), mas, principalmente, rimos muito. Ela é uma atriz magnífica, cheia de generosidade com seus colegas de elenco e curiosidade sobre a vivência humana. Um público ainda maior logo conhecerá seu poder, quando Florence estrelar ao lado de Scarlett Johansson no próximo filme da Marvel, “Viúva Negra”. Quando não está nas telas, Flo não sente necessidade nenhuma de fingir ser outro alguém além de quem ela realmente é: uma cozinheira fantástica e uma nerd colossal, o que eu digo como um elogio. Além disso, ela canta como um anjo.

Fonte: TIME.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh foi selecionada para o elenco de “Dolly”, o mais novo empreendimento da Apple Studios. O filme, que teve seus direitos disputados por quatro estúdios e dois serviços de streaming antes de ser arrematado pela Apple TV+, também trará a britânica como produtora executiva.

O drama de ficção científica, que se desenrola majoritariamente em um tribunal, narra a história de uma “boneca de companhia” robótica que mata a sua dona e depois choca o mundo ao se declarar inocente e solicitar um advogado, indo a julgamento. O filme possui elementos tanto do drama clássico de um tribunal quanto da ficção científica e é inspirado no conto de mesmo nome da autora Elizabeth Bear.

A Apple Studios produzirá o longa juntamente com Drew Pearce, através da Point of No Return Films. Além de Florence, a produção executiva também contará com Vanessa Taylor e Ian Fisher, também da Point of No Return Films. Vanessa, que foi co-escritora do roteiro de “A Forma da Água” ao lado de Guillermo del Toro, e Drew também serão os responsáveis por escrever o roteiro.

O drama ainda não tem data para o início da produção, já que o projeto ainda não possui sinal verde; uma vez que o roteiro ainda não foi escrito e um diretor ainda precisa ser contratado.

 
Fonte: Deadline.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh foi escalada para o papel principal do novo filme da Universal Pictures: o mistério de assassinato “The Maid”. Além de protagonista, Florence também será uma das produtoras da adaptação, que é baseada no romance de estreia homônimo da autora Nita Prose, juntamente com Josh McLaughlin (Wink Pictures) e Chris Goldberg (Winterlight Pictures).

Com data de publicação prevista para o ano de 2022, o romance combina o charme de “Eleanor Oliphant Está Muito Bem“, de Gail Honeyman, com um quê de mistério em torno de um assassinato ao melhor estilo Agatha Christie. A história se passa no Regency Grand Hotel, onde Molly, a camareira e personagem-título, deixa todos os quartos perfeitos e imaculados enquanto descobre os segredos sujos de cada hóspede. Um quem-matou repleto de pistas e uma sala trancada, “The Maid” explora a descida de Molly à fatalidade visceral de seu prestigiado e renomado local de trabalho, enquanto conta uma história oportuna sobre os pontos fortes de nossas diferenças.

A adaptação cinematográfica ainda não possui data definida para o início da produção e nem previsão de chegada às salas de cinema ao redor do mundo.

 
Fonte: Deadline.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Conforme noticiado com exclusividade pelo site The Direct e pela youtuber Grace Randolph, Florence Pugh vestirá o manto de Yelena Belova mais uma vez para duas produções da Marvel Studios exclusivas para o serviço de streaming Disney+: as séries “Hawkeye” e “The Falcon and the Winter Soldier”.

Pouco se sabe sobre o tamanho de seu envolvimento em ambas as produções, mas acredita-se que sua aparição confirma as especulações de que a personagem assumirá o posto da Viúva Negra no Universo Cinematográfico da Marvel, vago após a morte da heroína Natasha Romanoff em “Vingadores: Ultimato”.

De acordo com fontes ligadas ao The Direct, Florence usará um figurino inspirado em Ronin, semelhante ao terno que Clint Barton usou em “Vingadores: Ultimato”, em algum ponto da série do Gavião Arqueiro. Sua ligação com Natasha e o título de Viúva Negra pode ser o motivo por trás da aparição de Yelena em “Hawkeye”. Não se sabe ao certo se Clint sabia da existência de Yelena, mas o rumor de uma possível aparição do arqueiro no filme “Viúva Negra” pode servir de palco para um encontro entre os dois personagens, formando assim a ponte ideal para a participação de Florence na série.

A aparição de Florence na série do Falcão e do Soldado Invernal explica o porquê de a produção ter que estrear após o filme “Viúva Negra”.

 
Fonte: The Direct & Grace Randolph.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh e Scarlett Johansson foram entrevistadas em conjunto para a edição de inverno da revista Marie Claire. Realizada por Mitchell S. Jackson, a entrevista aconteceu por uma reunião no Zoom e abordou o filme “Viúva Negra”, as diversas decisões das atrizes ao longo da carreira, pandemia, quarentena e mais. Confira abaixo a entrevista traduzida, as fotos da sessão fotográfica (realizada por Quentin Jones), um novo still de produção divulgado com exclusividade pela Marie Claire e os scans da revista:

Mulheres Extraordinárias: Scarlett Johansson & Florence Pugh
Com o adiamento de seu filme épico de super-heroínas, as atrizes falam sobre as reviravoltas na trama da vida real que 2020 está trazendo para elas.


CENA I: A Ligação

Era um dia de semana (ou fim de semana, porque o que é o tempo hoje em dia?), lá estava Scarlett Johansson, tomando uma margarita, de gole em gole.

Tudo bem até então, né?

Mas, infelizmente, como a maioria das coisas em 2020, tudo só piorou a partir daí.

Uma ligação interrompeu seu coquetel. O assunto: A estreia de “Viúva Negra”, o certeiro sucesso de bilheteria estrelando Scarlett e a magnética novata da Marvel, Florence Pugh e dirigido por Cate Shortland — três mulheres poderosas colaborando em um filme sobre mulheres poderosas, afirmando sua ascensão — estava sendo adiada. Foi uma notícia desanimadora, Scarlett recorda, embora não fosse uma surpresa.

Outra margarita, você disse? Sim, por favor, e obrigada.

Eu estive conversando com Kevin Feige” — O presidente da Marvel Studios — “sobre isso, e com nossos colegas produtores; estávamos tentando entender qual era o cenário,” diz Scarlett, 36 anos, com um pouco de resignação agora em sua inconfundível voz, mas um pouco de pragmatismo também. “Estamos todos ansiosos para lançar o filme, mas, acima de qualquer coisa, todos querem que a experiência passe segurança, que as pessoas possam realmente se sentir confiantes em sentar-se juntas em um cinema fechado.

Estamos em uma teleconferência, porque é isso que você faz nos dias de hoje — nada de almoços. Isso ou usar o Zoom, o que nós fizemos há algumas semanas. Florence, 24 anos, está conosco na linha. Também resignada, também pragmática. Ela tinha acabado de voar de Londres de volta para Los Angeles, onde ela mora, quando recebeu a ligação.

Acho que, provavelmente, eu tinha um pressentimento,” ela diz. “Me pareceu que toda a diversão do verão, e o fato de todo mundo estar na rua e de finalmente terem regras mais brandas, cobrou seu preço, obviamente, por causa do vírus. Estou triste que as pessoas não consigam assistir ao filme por mais meio ano, mas eu não fiquei incrivelmente chateada porque é importante cuidar das pessoas agora.

O que elas estão dizendo é que, o adiamento de um filme de super-heróis não é o apocalipse. Nem neste ano terrível e nem em qualquer outro. Mas não é uma droga? Quem não gostaria de estar sentado em uma sala escura de cinema agora, munido de um balde de pipoca com sabor artificial de manteiga, um refrigerante grande, e se afundando em uma poltrona enquanto uma ação da Marvel de tirar o fôlego se desenrola na tela?

E, entre todos os filmes, esse em especial — um com personagens femininas fortes, atrizes fortes, uma diretora forte. Um filme que é divertido e também importante.

Então, o que acontece agora?

CENA II: O Filme!

Nós conversamos pela primeira vez através de telas de computadores. Florence, depois de muitos meses presa em casa por causa da COVID-19, tinha viajado para Londres e participou da chamada pelo Zoom de seu escritório, uma sala com luz escassa, artes emolduradas penduradas no alto das paredes e caixas abertas de um teclado e tripé da Casio — confira seu canal no YouTube para suas performances de violão-acústico como Flossie Rose — empoleiradas em um armário.

Scarlett se atrasou alguns minutos porque teve que buscar sua filha em um acampamento, que teve as atividades diárias canceladas por conta da chuva, e se juntou à ligação de sua casa em Nova York. Era noite em Londres e Florence, que usava uma camiseta na qual se lia “Amor” e vários colares finos, havia se servido de uma generosa taça de vinho tinto.

Quando Scarlett apareceu na ligação, Florence ganiu, “Oh meu Deus, aí está ela!

Scarlett, vestida em um figurino atlético-casual e de cara limpa, sorriu de volta. E, por alguns minutos, as duas estrelas — uma das quais cujo salário de US$56 milhões no ano passado a tornaram a atriz mais bem-paga do mundo — pareciam não mais do que duas boas amigas colocando o papo em dia. Elas brincaram entre si sobre suas escolhas de ambientes para a reunião no Zoom. Scarlett escolheu seu quarto e teve como plano de fundo uma cabeceira de camurça acolchoada e papel de parede estampado com pássaros e folhas.

Eu gosto de mudar. Deixar as pessoas na dúvida. Fazer parecer que fui a algum lugar,” diz ela. “Quando, na verdade, eu não fui a lugar nenhum, obviamente.

Quanto ao filme que nós não deveremos assistir até o dia 7 de maio de 2021, no mínimo, elas entraram no tópico bem rápido. Elas se iluminaram, conversando sobre o filme, relembrando a labuta e o trabalho. Sim, o trabalho árduo. Pergunte a elas: Essas coisas de super-herói é basicamente luz-câmera-ação e premières repletas de flashes… só que não.

Em uma cena em particular, nossas heroínas — Natasha Romanoff (Scarlett) e Yelena Belova (Florence) — correm em disparada por um terraço em Budapeste. Era para ser inverno. A tomada exige que elas pulem da lateral de um prédio com um helicóptero zunindo acima de suas cabeças.

Parece espetacular.

Mas o fato foi que era um dia de verão, no qual parecia que um deus da Marvel tinha empurrado a Terra meio caminho para mais perto do sol.

A realidade era que o que foi no máximo alguns segundos de alta ação cinematográfica, exigiu horas no topo daquele prédio e vestir-se com a antítese de um material apropriado para o clima, uma jaqueta de couro e botas de couro — e no caso de Scarlett, uma peruca e um chapéu de pele.

A verdade corpórea é que ambas as estrelas usaram arreios de segurança tão desconfortáveis quanto espartilhos vitorianos e lutaram com pequenas almofadas de gel apropriadas para esse tipo de cena (usadas por baixo dos figurinos para amortecer as quedas), que mantinham o suor escorrendo de seus quadris até quase os tornozelos.

E como se as filmagens do dia não fossem castigo suficiente do processo de produção do filme, sua diretora, Cate, entrou no set usando um vestido de verão, um chapéu de aba e tênis Stan Smith, deu uma olhada em suas estrelas suando — e assando — e provocou, “Oh, o dia não está adorável hoje?

É uma boa anedota para se arrancar gargalhadas — três mulheres desempenhando seus papéis, duas derretendo no calor enquanto uma faz piada da situação — o tipo de história que você conta no Jimmy Fallon. (“E essas almofadinhas que temos que vestir por baixo de nossos figurinos viviam escorregando!”) Mas a verdade é que esse é o tipo de cena da vida real que ainda não vemos com a frequência necessária.

Eu não quero suavizar nada,” disse Scarlett, o tom de brincadeira deixando sua voz, seus olhos apontados para o seu teto, “porque é um desafio, em uma indústria dominada por homens, contar a história de uma mulher da perspectiva de uma diretora e focar no coração de algo que é inerentemente feminino.

Haverá grandes expectativas de bilheteria para “Viúva Negra”, com ou sem COVID; não nos esqueçamos de que “Vingadores: Ultimato”, o último filme da Marvel no qual Scarlett apareceu, faturou $2.79 bilhões de dólares de bilheteria, tornando-se assim o filme mais rentável de todos os tempos — sem falar na importância de se fazer algo que inspire e empodere meninas e mulheres. E é bem possível que ninguém saiba tão bem como é lidar com expectativas elevadas quanto a estrela que deu início ao Universo Cinematográfico da Marvel.

É muito difícil ser o número um da folha de programação em sua própria franquia,” diz Robert Downey Jr. “É um teste severo. Mas há algo sobre esses personagens que faz com que você esteja à altura da tarefa em mãos, e se há alguém que o resto de nós não teve a mínima dúvida desde o começo sobre ser ou não capaz de carregar facilmente o manto sozinho(a), fora desse conglomerado, é a Scarlett.

CENA III: Escolhas

No tempo presente, Scarlett é ponderada e cuidadosa na escolha de seus papéis. E essas escolhas tem rendido performances dinâmicas: a complicada Nicole Barber em “História de um Casamento”. Mulheres firmes e inabaláveis como Rosie em “Jojo Rabbit”. Até mesmo a romântica Barbara em “Como Não Perder Essa Mulher”. O que ela está buscando nos dias de hoje é o ímpeto que sente quando pode fazer algo que nunca havia feito antes.

Ela nem sempre agiu assim. Então aconteceu a dádiva de interpretar Catherine, uma garota encontrando seu lugar no mundo como uma mulher, em uma remontagem da Broadway em 2010 da peça de Arthur Miller, “A View From the Bridge”. “Eu consegui realmente me fortalecer,” diz ela. “Eu consegui criar músculos, como uma atriz [figurativamente falando], que eu não tinha tido realmente a oportunidade de exercitar antes. Foi totalmente revigorante. Eu pensei, sabe, nunca mais vou voltar a pensar e agir como antes. Eu não vou retroceder. Eu tenho que continuar aspirando a alcançar esse sentimento.” Scarlett ganhou um Prêmio Tony por sua performance.

O ano seguinte trouxe a Viúva Negra, um papel que ajudou a fazer dela a atriz mais rentável de todos os tempos (estimados $14.4 bilhões de dólares) e deu a ela o poder de desafiar os limites do que uma mulher pode ser nas telas. “Eu procuro por mulheres com as quais eu sinto que posso me identificar em algum nível, pelas quais eu tenha empatia. Isso é um pouco complicado, obviamente, porque você pode ter empatia pelas pessoas de diferentes maneiras e por diferentes motivos. Mas se eu puder ter empatia por uma personagem, não importa quais sejam os seus valores morais, então isso é importante para mim,” diz ela.

Florence compartilha dessa mentalidade. “Semelhante à Scarlett, para mim sempre foi, meio que, a prioridade número um encontrar mulheres que sejam totalmente fascinantes e poderosas às suas próprias maneiras,” diz ela. “Eu quero de verdade reconhecer as mulheres que eu interpreto; esteja eu reconhecendo a minha mãe nelas, ou a minha avó, ou a minha irmã. Eu quero interpretar personagens complexas e confusas.

As escolhas certeiras que Florence fez até aqui incluem Cordelia, a filha do Rei Lear de Anthony Hopkins, em uma adaptação cinematográfica de 2018 e uma estudante espetacularmente traumatizada no terror de sucesso do último verão, “Midsommar”. Seu papel como a malcriada irmã mais nova Amy, em “Adoráveis Mulheres”, lhe rendeu mais atenção do público e da mídia — e uma indicação ao Oscar.

Viúva Negra” tem o potencial de transformá-la de uma atriz aclamada a uma estrela global.

Em 2021.

CENA IV: Quarentena

(…)

Quando Florence fez seu primeiro voo durante a pandemia, ela chegou ao LAX com duas horas de antecedência e em sua perambulação, ela contemplou paredes e outdoors despidos de anúncios, lojas e cafés fechados e lacrados com tábuas, e todo mundo se movia lentamente, mantendo largas distâncias um dos outros. “Foi um pouco parecido com o começo de “28 Days Later”, ou “The Walking Dead”, quando ele [Rick Grimes] estava saindo do hospital,” diz Florence. “Isso me assustou muito.

(…)

Com a facilidade que essas duas solidarizam uma com a outra, você pensaria que elas construíram essa empatia mútua ao longo da história. Na verdade, a irmandade delas começou durante os ensaios, quando Florence chegou cheia de gás e dedicação com apenas três horas de sono e exausta da viagem a trabalho. As circunstâncias não eram as melhores para uma apresentação, embora fosse ser assustador em quaisquer circunstâncias.

Florence estava empolgada, nervosa e exausta.

Você parecia muito segura de si, curiosa e disposta”, Scarlett diz a Florence. “E você estava muito presente no momento”.

Estar presente no dia em que elas se conheceram, significou fazer exercícios de confiança. Imagine elas — ambas indicadas ao Oscar 2020 (Scarlett nas categorias Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante por “História de um Casamento” e “Jojo Rabbit”, e Florence na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante por “Adoráveis Mulheres”) — caindo nos braços uma da outra. Imagine elas se revezando em guiar uma à outra com os olhos vendados por uma série de obstáculos em uma sala de escritório. Imagine elas ensinando uma a outra a tecer uma cama de gato.

Acho que talvez o cansaço tenha contribuído para que eu não estivesse tão autoconsciente e, eu suponho, me permitido a começar a tirar sarro da Scarlett desde o primeiro dia, o que foi ótimo”, diz Florence. “E então, daquele ponto em diante, nós meio que começamos a fazer isso uma com a outra. Foi uma conexão fraternal instantânea”.

CENA V: Lasanha

É novo, sim, mas esse respeito mútuo, os exercícios de confiança e as saídas juntas firmaram algo genuíno entre essas mulheres. Tome como prova contundente deste fato quando, durante nossa entrevista pelo Zoom, Scarlett conversa com uma assistente sobre o tempo de cozimento de um prato, fora da tela. “Eu fiz lasanha para uma amiga minha que acabou de ter um bebê”, ela diz, voltando-se para Florence, e explica que tinha deixado a travessa sobre o balcão da cozinha e, sem que ela soubesse, sua assistente a colocou no forno.

Talvez você queira verificar isso, para não dar uma porção de lasanha queimada a sua amiga, eu ofereço.

Eu sei, eu estava tipo, estou fazendo essa entrevista e pensando, Oh, que cheiro bom”, ela diz, abrindo um sorriso.

Eu nunca fiz lasanha, na verdade”, diz Florence, franzindo as sobrancelhas. “É um prato que meio que me apavora. O queijo, por algum motivo estranho. Eu não sei o porquê. Acho que fico preocupada de assá-la, e então quando retirá-la, todo o queijo estar duro e para fora. É fácil?

O que você faz quando o seu filme, que é um grande sucesso de bilheteria de Hollywood garantido, é colocado na prateleira por causa de uma pandemia global? Você faz o que o resto de nós faz: se serve de uma bebida, entra em uma reunião no Zoom com seu amigo que está longe, e faz lasanha.

Sim, é fácil. Bem fácil. Basicamente, você descobre—” Scarlett começa, e então para e joga as mãos para o alto. “Ah, bem, eu te conto mais tarde.

Fonte: Marie Claire.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.
 

 



Na última quinta-feira, 22, Florence Pugh foi vista caminhando pelas ruas de Los Angeles com seu namorado, o ator e produtor Zach Braff, e sua cachorrinha Billie.

Florence e Zach usavam trajes confortáveis enquanto conversavam e passeavam com a filhote que adotaram no primeiro semestre do ano de 2020, durante um projeto da Labelle Foundation.

Confira as fotos em nossa galeria:
 



Florence Pugh foi um dos nomes escolhidos pela Audible, a empresa de entretenimento falado e educativo da Amazon, para fazer parte da Coleção Jane Austen, que contará com seis audiolivros dos romances mais amados da autora. Cada história será um híbrido de narração e dramatização e contará com um elenco completo.

A atriz britânica lerá “Persuasão”, romance que conta a história de Anne Elliot, uma jovem de família nobre que se arrepende profundamente ter se deixado persuadir a romper seu noivado com o oficial da marinha Frederick Wentworth.

Além de Florence, o projeto contará ainda com as vozes das atrizes Emma Thompson, Claire Foy, Gugu Mbatha-Raw e Billie Piper. A Coleção Jane Austen será lançada no Audible no dia 5 de novembro e estará disponível aos membros do serviço por um crédito, com duração total de 32 horas.

 
Fonte: Evening Express.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



A Deadline noticiou com exclusividade nesta sexta-feira, 11, em seu site, a mais nova adição do elenco de “Don’t Worry Darling”: o cantor, compositor e ator inglês, Harry Styles. Harry — que se junta a Florence Pugh, Dakota Johnson e Chris Pine no elenco estelar — substitui o ator americano Shia LaBeouf, inicialmente escalado para o papel que agora pertence ao britânico. O motivo que ocasionou a saída de Shia do projeto, e a consequente entrada de Harry, foram conflitos de agenda, conforme anunciado pelo New Line, o estúdio responsável.

Também nesta sexta-feira, o Collider publicou um artigo revelando novos detalhes sobre o enredo e o processo de produção do novo thriller psicológico de Olivia Wilde. Confira abaixo a tradução:

Ambientado na década de 1950, o filme da New Line irá estrelar Florence Pugh como uma dona de casa infeliz que aos poucos passa a questionar sua própria sanidade quando começa a perceber incidentes estranhos em sua pequena comunidade utópica no deserto da Califórnia. Harry Styles irá interpretar o marido de Florence, um homem que é o verdadeiro retrato da perfeição e a ama profundamente, mas que está escondendo um segredo sombrio dela.

Chris Pine está escalado para co-estrelar como o líder de um estaleiro misterioso. Todos os homens estão empregados um pouco além dos limites da cidade e o personagem de Chris é reverenciado por todos os seus colaboradores e suas esposas, quase como um culto. Enquanto isso, Dakota Johnson irá interpretar a vizinha de Florence, que começa a exibir um comportamento estranho e paranoico e tenta alertá-la de que as coisas em sua comunidade não são o que parecem ser. Olivia Wilde também irá desempenhar um papel coadjuvante crucial.

Após fazer sua estreia como diretora com a aclamada comédia adolescente “Fora de Série”, Olivia irá dirigir à partir de um roteiro desenvolvido por Katie Silberman, a escrivã de “Fora de Série” que reescreveu o roteiro original de Carey e Shane Van Dyke. Olivia e Katie também irão produzir “Don’t Worry Darling” ao lado de Roy Lee e Miri Yoon, da Vertigo, enquanto Carey e Shane serão os produtores executivos juntamente com Catherine Hardwicke. Os executivos da New Line, Daria Cercek e Celia Khong, irão supervisionar o projeto para o estúdio.

O projeto é uma prioridade para a New Line, de propriedade da WarnerMedia. (…) Olivia tem vários projetos de direção em andamento, mas é esperado que “Don’t Worry Darling” seja seu próximo longa-metragem, visto que já está com seu elenco definido.

Após os anúncios, Olivia utilizou sua plataforma no Twitter para revelar os nomes dos personagens de Florence Pugh e Harry Styles: Alice e Jack, respectivamente.

Fontes: Deadline, Collider & Twitter.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh e Scarlett Johansson concederam uma entrevista conjunta para a edição britânica de outubro da revista Empire, realizada por Chris Hewitt, acompanhada de um ensaio fotográfico promocional distribuído pela Marvel Studios e de autoria do fotógrafo Ricky Middlesworth. No bate-papo, as atrizes discutiram o aguardado filme “Viúva Negra”, sua importância para a Marvel e para a indústria dentro de um ponto de vista feminista e inovador e muito mais. Confira abaixo a entrevista traduzida, as fotos da sessão fotográfica, os novos stills de produção divulgados com exclusividade pela publicação e os scans da revista:

Passando a Tocha
O tão esperado ‘Viúva Negra’ vê Scarlett Johansson dando adeus ao UCM e Florence Pugh chegando com alvoroço. Nós as reunimos para falar sobre mentoria, testar limites, explorar coisas novas e poder feminino

Há uma chance muito real de que “Viúva Negra”, de Cate Shortland, seja a última excursão de Scarlett Johansson no Universo Cinematográfico da Marvel como sua personagem-título, a astuta super-espiã/soldado solitária Natasha Romanoff. O que seria uma tremenda pena. Porque, embora essa seja a oitava viagem de Scarlett no carrossel UCM desde que ela apareceu pela primeira vez em “Homem de Ferro 2”, em 2010, é a primeira de Florence Pugh como a ex-espiã soviética, antagonista e meio-que-irmã de Natasha, Yelena Belova, em uma prequela aparentemente projetada para outorgar o manto de Viúva Negra a ela — agora que a própria Natasha está morta, ao que tudo indica irrevogavelmente, em um planeta estranho. E se a química fácil, engraçada e estimulante que as atrizes americana e britânica demonstraram em uma ligação com a Empire no começo deste verão se transferir para a telona, a Marvel deve tentar reuni-las em todas as oportunidades. Prequelas, spin-offs, sitcoms, o que funcionar. Ainda assim, como alguém disse uma vez, o futuro não está definido, e durante a entrevista conjunta da Empire, Scarlett e Florence falaram sobre o presente, o passado, e o caminho que levou a Marvel a fazer um filme protagonizado/dirigido por mulheres, que tem como finalidade a inovação…

Quando foi a última vez que vocês se viram pessoalmente?
Scarlett Johansson:
Eu vi você na época do Oscar…
Florence Pugh: Mas nós fizemos refilmagens uns dois ou três dias depois disso, lembra, querida?
Scarlett: Ah, verdade. Nós duas estávamos doentes.
Florence: Nós nos vimos bastante durante a temporada de premiações, o que foi muito legal porque tínhamos acabado de fazer um filme juntas. Então eu pude simplesmente ir e cutucar Scarlett Johansson em tapetes vermelhos e soltar, “Tudo bem, eu conheço ela.” Mas sim, é muito estranho não estar com ela. Nós começamos [a trabalhar no filme] há mais de um ano, querida. Foi em maio [de 2019] que começamos nossos treinos juntas.
Scarlett: Antes de você e eu começarmos a trabalhar nesse projeto juntas, eu tive um ou dois anos do processo de desenvolvimento. Faz tanto tempo. Fazem quase três anos, na verdade. Eu pensei nisso outro dia. “Quando eu comecei essa conversa para valer?” Lembro de quando nós estávamos filmando “Guerra Infinita”, comecei a falar pela primeira vez com Kevin [Feige] sobre isso como uma possibilidade real, como algo que realmente poderia acontecer. Foi há tanto tempo. Já faz uma eternidade.

Vocês duas se conheceram há mais de um ano, presumivelmente batendo uma na outra com violência?
Florence:
Literalmente. Eu nunca tinha feito um desses filmes antes, então eu estava muito ansiosa para iniciar e começar a aprender como rolar pelo chão [em uma coreografia de luta], porque eu não sabia exatamente o quanto se esperava de alguém que estava entrando em um desses filmes. O mais engraçado é que nós começamos ensaiando algumas cenas, o que foi adorável, mas na primeira semana de filmagens, Scarlett e eu tínhamos uma das maiores cenas de luta para nossas personagens, em que elas se vêem pela primeira vez em anos. E foi a primeira vez em que nos vimos, então nós estávamos fazendo esses ensaios e eu falava coisas do tipo, “Ok, eu te enforco agora e em seguida você me joga na parede.
Scarlett: É como um exercício de confiança bastante agressivo. Como atrizes, normalmente você se apóia na pessoa ou vocês se olham e dizem a mesma palavra por, tipo, 20 minutos. Foi exatamente assim, mas com uma chave de braço, basicamente. Embora eu deva dizer que foi eficaz. Apenas como atores, alguém teria a oportunidade de fazer algo assim. É uma loucura. É um trabalho tão engraçado e esquisito, no qual você pode ver alguém pela primeira vez em um ensaio de uma peça e um dia e meio depois, vocês estão gritando e soluçando um com o outro, se abraçando, ambos com muco escorrendo pelo rosto, e você expôs toda a fragilidade do seu eu infantil.
Florence: O mais legal disso é quando você conhece alguém que gosta tanto quanto você desse tipo de coisa. Isso torna toda a experiência um pouco mais agradável. Nem todo mundo gosta de ser jogado no chão o tempo todo, mas Scarlett e eu adoramos.

Scarlett, você já deve estar batendo nas pessoas segundos após conhecê-las há um tempo agora.
Scarlett:
É estranho dizer isso, mas já é uma coisa antiga para mim. É muito engraçado, no entanto. Já faz uma década em termos de duração e eu sei onde minha energia é melhor usada. Sei que provavelmente não vou atingir o nível profissional de Muay Thai em quatro meses. De forma que gastar minha energia tentando me igualar a um atleta profissional é um desperdício do meu tempo. Eu sei que é mais importante para mim que eu seja e pareça capaz e tenha esse tipo de confiança no que quer que eu esteja fazendo. Mas nem sempre foi assim. Eu passei tantos filmes me preocupando em excesso com coisas que basicamente nunca eram utilizadas, ou criando uma sequência de luta de seis minutos de duração e então mostrando-a ao diretor no dia da filmagem para ouvir ele dizer, “Eu acho que só precisamos de 15 segundos disso.” Aí você fica, “O queeeeee? Eu desperdicei todo esse tempo!” Então eu acho que sou mais eficiente agora.

Florence: Quando estávamos fazendo aquela primeira luta, eu estava muito preocupada com uma rotação que eu tinha que fazer, e estava basicamente tentando mergulhar no ar enquanto aplicava um golpe nas pernas dela para então rolar. Para uma pessoa normal, isso é quase impossível. E eu me lembro de ficar apreensiva com isso: “Eu não sei se vou conseguir fazer essa acrobacia.” Scarlett me disse, “Querida, há um motivo para você ter alguém que se pareça exatamente com você pronta para te dar apoio. Ela é uma atleta e sabe como fazer isso e ficará ótimo.

Há coisas para as quais você não tem dublês: a parte da atuação. Vocês podem falar sobre isso e sobre trabalhar nesse relacionamento entre essas duas personagens, que tem que ser fraternal mas com um certo limite?
Florence:
Foi uma alegria completa. Mas também, eu na verdade embarquei em uma narrativa da qual eu não fazia parte e precisava ser educada sobre. Eu sei um pouco de assistir aos filmes anteriores, mas foi realmente fantástico que a mulher com quem eu estava trabalhando não só era a rainha deste reino, como também sabia absolutamente tudo. Foi ótimo embarcar nesse projeto e dar vida a esse relacionamento complicado, no qual há tanto amor mútuo e também tanta dor por trás deste amor, que leva um filme inteiro para que elas realmente possam se abrir uma com a outra.
Scarlett: De muitas maneiras, a pressão não estava realmente sobre mim. Eu tinha confiança na Cate [Shortland], nossa diretora, para liderar todos nós como uma trupe de atores, para nos guiar e encontrar mais profundidade em algo, ou um afeto em algo, ou diferentes nuances. De forma que parecia um pequeno filme dentro de um grande filme, eu acho. Quando você o assiste, você também tem essa impressão. Tem um certo intimismo sobre ele. Esses relacionamentos são possivelmente alguns dos mais complicados com os quais a Marvel já lidou. Eles são profundos, casos familiares complicados. Nós pudemos fazer algumas coisas muito gratificantes do ponto de vista dramático, e é para isso que trabalhamos.

O filme é uma prequela. Há um grande motivo para isso, que é que agora Natasha está morta no UCM. O que foi um grande choque — Florence, eu presumo que você já tenha visto “Ultimato”?
Florence:
[risos] Eu já assisti, não se preocupe.
Scarlett: Alerta de spoiler!

[…]

Florence, você vem acompanhando com afinco o UCM e a progressão de Scarlett como Natasha ao longo da última década ou algo assim?
Florence:
Eu não era uma fanática. Sem ofensa, Scarlett. Eu não sei todas as informações sobre todos os personagens, mas me lembro de assisti-los durante a minha adolescência. Eu definitivamente me mantive atualizada. Tanto que fiquei arrasada — me lembro dos primeiros vazamentos sobre a morte da Natasha e que achei isso muito injusto porque ela era a personagem feminina mais incrível. Me lembro de ficar chocada. Mas é engraçado ter trabalhado no filme pelo qual as pessoas vêm torcendo nos bastidores há anos, e poder trabalhar ao lado da Viúva Negra e assisti-la.
Scarlett: Florence diz todas essas coisas, mas ela tem tanta integridade e sua personagem também. Ela é excepcionalmente independente. A personagem é tão cheia de vida e tem tanta segurança em si mesma. Essas são todas qualidades que Florence tem de sobra. É muito revigorante. É uma performance muito revigorante e empolgante de se assistir.

Ambas entraram no UCM em pontos muito distintos. Scarlett, ainda era um grande risco quando você fez “Homem de Ferro 2”, e, ao longo dos anos, sua contribuição os ajudou a chegar a um ponto em que um filme como este não é mais um risco. E, francamente, o UCM foi um grande festival de salsichas [lê-se: masculino] por anos…
Scarlett:
Um festival de salsichas? [risos]

Sim! E agora é muito mais representativo e muito mais diverso. Então, as coisas mudaram nesse sentido.
Scarlett:
Sim, graças a Deus. Estamos evoluindo com o tempo. O que eu posso dizer é que, falando especificamente sobre esse filme — porque é impossível englobar todo o Universo Marvel e o quanto ele é muito maior do que jamais poderíamos ter imaginado que seria um dia — tem tanta coisa acontecendo. Vai além da compreensão. Quando comecei há dez anos, não li um roteiro. Eu não sabia em que isso se transformaria. Eu estava colocando toda a minha confiança em Jon Favreau [diretor de Homem de Ferro 2]. Mas nenhum de nós, desde aquele comecinho, poderia ter imaginado que estaríamos aqui, discutindo esse tipo de coisa. Eu acho que esse filme em particular é basicamente um reflexo do que está acontecendo em consequência dos movimentos Time’s Up e #MeToo. Seria um erro tão grande se não abordássemos esse assunto em específico, se esse filme não levantasse essa bandeira abertamente. Eu acho, particularmente para Cate, que era tão importante para ela fazer um filme sobre mulheres que estão ajudando outras mulheres, que tiram outras mulheres de uma situação extremamente difícil. Alguém me perguntou se Natasha era uma feminista. É claro que ela é, isso é óbvio. É uma pergunta meio estúpida.

Vou riscar ela da minha lista…
Scarlett:
[risos] Mas esse filme, com sorte, não irá apenas elevar o gênero, como também testará os limites da Marvel novamente e a impulsionará além de sua zona de conforto de uma forma completamente nova. É uma oportunidade realmente única fazer um filme desta escala, que tem uma mensagem tão comovente, profunda e poderosa por trás. Acho que conseguimos fazer isso com louvor.
Florence: Sim. E você percebe isso nos dez primeiros minutos do filme. Você já está impressionado por coisas incríveis que não estariam em um filme, qualquer filme, mesmo que somente cinco anos atrás. Foi muito legal de se assistir.

Isso é interessante. Como “Pantera Negra”, este teria sido um filme muito diferente dez anos atrás.
Scarlett:
Tenho certeza que um filme da Viúva Negra poderia ter sido feito há dez anos, mas não teria sido esse filme, com certeza. Teria sido outra coisa que provavelmente pareceria ótima. [risos]

E agora foi feito.
Florence:
Está incrível. Eu tenho que falar: eu assisti a um corte [do filme], estava sentada no sofá e todas as vezes em que algo acontecia, algo que tinha qualquer tipo de ação, eu ficava tipo, “Vamos, Natasha! Vai! Vai!” Eu estava muito animada em gritar com a minha própria televisão.

Você faz isso com todos os filmes da Scarlett? Com “História de Um Casamento”, digamos? “Vai, Scarlett, vai!”
Scarlett:
Ah, sim, ela faz isso com todos eles. Ela amou a cena do divórcio no tribunal. Ela estava torcendo por mim.
Florence: Eu estou sempre torcendo por todas as personagens dela. “Se divorcie!

Fonte: Empire UK.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.
 

 



O livro oficial do filme “Viúva Negra“, a ser lançado pela Marvel, finalmente ganhou uma data prevista para chegar às prateleiras mundo afora: o lançamento está inicialmente marcado para o dia 6 de outubro de 2020, com a pré-venda provavelmente se iniciando em uma data próxima!

O especial, que se trata de um guia completo do filme; incluindo entrevistas inéditas com o elenco e a equipe, irá proporcionar ao leitor a experiência de se submergir no processo de criação da mais nova e aguardada obra da Marvel Studios. Apresentando fotos e imagens das filmagens, o título trará também conteúdo exclusivo do elenco principal (Scarlett Johansson, Florence Pugh, David Harbour e Rachel Weisz), além de bate-papos com a equipe responsável por dar vida ao mundo da espionagem de “Viúva Negra” e uma análise aprofundada da história em quadrinhos da icônica personagem da Marvel.

Confira abaixo a prévia da entrevista de Florence traduzida por nossa equipe e a nova imagem promocional divulgada no scan:

YELENA BELOVA
Florence Pugh fala sobre família e ser a assassina prática e objetiva que faz o que tem que ser feito.

Como você se sentiu ao ingressar no Universo Cinematográfico da Marvel?
Como em qualquer franquia, é sempre um pouco intimidador, devido ao que você irá trazer e de quem você irá interpretar. Eu acho que, para qualquer ator, isso automaticamente será algo muito marcante e especial, quer você assista a esses filmes pessoalmente ou não. Todo mundo cresce envolto nos filmes da Marvel, ou assistindo a eles, ou, ainda, com algum irmão que os ama e é um(a) fã ávido(a).

Foi convidativo o quanto o Universo Cinematográfico da Marvel vem se expandindo?
Totalmente. O próprio fato de terem colocado Cate Shortland na cadeira do diretor, alguém que eu nunca teria imaginado que estaria dirigindo um desses filmes, na frente de uma das histórias mais queridas, é incrível. Isso por si só já aponta para uma nova direção. O que nós viemos tentando explicar desde o começo, é que parece que Cate está apenas dirigindo outro de seus filmes. Que por acaso acontece de ter essa mega história do Universo Cinematográfico da Marvel por trás. Nunca pensei que essas duas coisas se misturariam tanto. Além disso, a história que estamos contando é bastante assustadora. É sobre mulheres que foram, essencialmente, abusadas e treinadas para serem máquinas mortíferas. Como Scarlett disse inúmeras vezes, esse é o momento certo para ela contar a história da Viúva Negra. E não estamos nos esquivando do fato de que essa história é essencialmente sobre mulheres recuperando sua vida. E é um filme da Marvel Studios, também. Isso é muito raro, e é muito emocionante fazer parte disso.

Conte-nos sobre a sua personagem.
Eu interpreto Yelena, a irmã mais nova irritante que fala tudo o que vem à cabeça sem medir as consequências. Quando nós a conhecemos, ela está meio que descobrindo o mundo sob uma nova perspectiva. Ela está magoada, é complicada e age de forma desgovernada. Quando ela reencontra a personagem de Scarlett, Natasha, Yelena está meio que redescobrindo quem ela é após ficar tanto tempo na Sala Vermelha. Então, juntas, elas percebem que estão sofrendo de maneiras muito semelhantes. Há uma amizade adorável e única entre as duas, porque, no fim das contas, elas são irmãs que não se viam há muito tempo. Elas consertam uma à outra e a falta que ambas fizeram em suas vidas. No centro disso, está essa jornada bastante brutal de descobrirem quem elas são, e isso é algo que eu não imaginava que combinaria com tantas explosões incríveis, armas, e isso e aquilo. Na verdade, há uma história muito triste no fundo.

Fonte: Black Widow: The Official Movie Special e Amazon.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



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