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Foi divulgado pelo veículo de comunicações Deadline que Florence Pugh estará fazendo sua grande estreia como dubladora na sequência da animação do Gato de Botas, “Gato de Botas 2: O Último Pedido“, emprestando sua voz à clássica personagem Cachinhos Dourados (Goldilocks). O filme segue o Gato de Botas, que está na última de suas nove vidas. Junto de Kitty (Salma Hayek) e Perro (Harvey Guillén), o felino em busca de emoções deve viajar para encontrar o mítico Último Desejo para restaurar as vidas que ele perdeu. Além de Florence, a animação também terá mais estrelas e comediantes notáveis se juntando ao universo Shrek, incluindo Olivia Colman, o ator brasileiro Wagner Moura, Ray Winstone, John Mulaney, Da’Vine Joy Randolph, Anthony Mndez e Samson Kayo. O projeto é dirigido por Joel Crawford e o produtor Mark Swift, que trabalharam juntos em Os Croods 2: Uma Nova Era, que rendeu à dupla uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Filme. Januel Mercado, que também atuou como parte da equipe criativa de Os Croods, será co-diretor da sequência do Gato de Botas.

O primeiro filme, lançado em 2011, foi um spin-off de Shrek após as aventuras de Gato antes de sua estreia em Shrek 2. Gato de Botas arrecadou mais de USS 149 milhões nas bilheterias domésticas e mais de US$554 milhões nas bilheterias mundiais.

Negociações sobre uma sequência remontam a 2014. O Gato de Botas 2: Nove Vidas e 40 Ladrões foi anunciado em junho do mesmo ano com a DreamWorks Animation definindo uma data de lançamento em novembro. No entanto, a animação foi adiada por um mês antes de ser removido do cronograma de lançamento devido à reestruturação na DreamWorks. Depois de muitas outras mudanças internas, o projeto finalmente avançou e O Último Desejo recebeu uma data de lançamento para 23 de setembro de 2022 e seu primeiro trailer oficial. Confira abaixo:

Fonte: Deadline, DreamWorks Animation e Universal Pictures.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Na tarde de hoje (13), Florence Pugh fez o seu retorno ao tapete vermelho marcando presença no British Academy Awards, premiação anual que visa homenagear as melhores contribuições britânicas e internacionais para as artes cinematográficas, realizado no Royal Albert Hall em Londres, Inglaterra. Durante a cerimônia, Florence subiu ao palco ao lado de Millie Bobby Brown, juntas, as atrizes apresentaram a categoria de Melhor Ator Coadjuvante, com o prêmio sendo entregue para Troy Kotsur por ‘No Ritmo do Coração’. Confira o vídeo abaixo:

Produzida pela estilista Rebecca Corbin-Murray, Florence trajou um mini vestido preto com um grande laço rosa pastel emendado com uma cauda de tule da coleção pré-outono 2022 da marca Carolina Herrera e saltos pretos Louboutin, apostou em brincos, anéis e colar de prata da marca francesa Boucheron, pertencente ao grupo de luxo Kering, piercing de argola prata no septo e piercing tash rook da marca Maria Tash. Já para sua rotina de beleza, o cabeleireiro Peter Lux repartiu o cabelo da atriz ao lado, penteando de forma elegante e sofisticada, adicionando um elemento de sutileza andrógina e completando com strass e algumas pedras preciosas por suas madeixas. O maquiador Alex Babsky revelou à ELLE que queria “criar um visual que ecoasse as linhas gráficas e nítidas da frente da roupa de Florence, para que a ‘festa na parte de trás’ fosse ainda mais surpreendente. Em particular, queria que o delineado de Florence tivesse uma sensação ‘mais forte’, então quis manter a borda o mais horizontal possível, em vez de apenas desenhar o ‘gatinho’, dando uma vibe mais vintage para o delineado.” Todos os produtos usados foram da Lancôme, uma marca francesa de cosméticos da L’Oréal. Para as suas unhas, a manicure Sabrina Gayle aplicou um esmalte levemente rosa da CND e adicionou pequenos diamantes Swarovski.

Mais tarde em seu Instagram, Florence Pugh compartilhou diversas fotos da ocasião e os bastidores do evento. Confira abaixo:

@florencepugh: “Que sonho foi apresentar com @milliebobbybrown. O BAFTA sempre teve um lugar especial no meu coração, então saber que eu estaria ao lado desta talentosa jovem fez tudo parecer ainda mais especial.
E para que vencedor o prêmio foi dado, parabéns @troykotsur. Seu discurso foi lindo.
Obrigada @bafta por uma noite colorida e espetacular, obrigada a todos vocês que esperaram do lado de fora com tanta paciência, e obrigada a todos aqueles que capturaram esses momentos especiais na câmera. #baftas #melhoratorcoadjuvante.”

@florencepugh: “Foi uma grande alegria estar novamente unida à minha equipe criativa. Eles são tão talentosos. Parte da emoção do que faço como trabalho é poder mudar o meu visual a cada novo projeto em que passo. Com isso vêm novas cores de cabelo, novos estilos, novos cortes.
Observar o que minha equipe glam faz com cada novo visual e como eles criam algo especial e único cada vez é muito emocionante. Adoramos vestir, adoramos mudar, adoramos chocar, adoramos criar. Graças a Deus.
Um muito obrigada a:
@rebeccacorbinmurray pela estilização
@peterluxhair no cabelo
@babskymakeup com a maquiagem
@nailedbysg nas unhas
Usando o melhor vestido de princesa com laço de todos os tempos… por @carolinaherrera.
E coberta de diamantes @boucheron e piercings @mariatash.
#baftas“.

@florencepugh: “E uma carga de momentos incríveis e loucos, conhecendo pessoas incríveis e talentosas. Bem haja a todos os vencedores. Bem haja a todos os indicados. Sou muito grata por ter feito parte disso.

Meu último slide foi uma recriação de dois anos atrás.

@arianadebose EU TE AMO.”

Fonte: ELLE.
Texto e adaptação: Florence Pugh Brasil.



O veículo de notícias The Hollywood Reporter divulgou com exclusividade que Florence Pugh, Rami Malek e Benny Safdie entraram para o elenco de Oppenheimer, cinebiografia de J. Robert Oppenheimer, físico nuclear que conduziu o Projeto Manhattan, programa de pesquisa e desenvolvimento que produziu as primeiras bombas atômicas durante a Segunda Guerra Mundial, no Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México. O roteiro do longa, escrito também pelo diretor do filme Christopher Nolan, será baseado no livro vencedor do prêmio Pulitzer “Prometeu Americano: O Triunfo e a Tragédia de J. Robert Oppenheimer” (tradução livre) dos autores Kai Bird e Martin J. Sherwin.

Florence Pugh irá interpretar Jean Tatlock, que começou a se encontrar com Oppenheimer em 1936, quando ela era estudante de pós-graduação em Stanford e Oppenheimer era professor de física na Universidade da Califórnia, Berkeley. Eles se conheceram através da senhoria de Oppenheimer, Mary Ellen Washburn, que também era membro do Partido Comunista. O casal começou a namorar e teve um relacionamento intenso; ele a pediu em casamento duas vezes, mas ela recusou. Ela é creditada por introduzir Oppenheimer à política radical durante o final da década de 1930, e também a pessoas envolvidas ou simpatizantes do Partido Comunista ou grupos relacionados, como Rudy Lambert e Thomas Addis. Eles continuaram a se ver mesmo depois que Oppenheimer começou a se envolver com Kitty Harrison, com quem se casou. Oppenheimer e Tatlock passaram o Ano Novo juntos em 1941.

Embora alguns historiadores acreditem que Oppenheimer teve um caso extraconjugal com Tatlock enquanto ele trabalhava no Projeto Manhattan, outros afirmam que ele se encontrou com Tatlock apenas uma vez depois que ele foi escolhido para liderar o Laboratório de Los Alamos em meados de junho de 1943. Na passagem de Oppenheimer em Berkeley para recrutar David Hawkins como assistente administrativo no projeto, ele e Jean foram a um restaurante mexicano e passaram a noite juntos no apartamento de Tatlock em São Francisco. Durante todo o tempo, havia agentes do Exército dos EUA os vigiando do lado de fora. Naquela reunião, Jean disse a Oppenheimer que ainda o amava e queria estar com ele. Ele nunca mais viu ela novamente.

Apesar de seu relacionamento com Oppenheimer, no livro de memórias de Edith Arnstein Jenkins, ela cita uma conversa com Mason Robertson, um grande amigo de Jean, na qual ele afirma que Tatlock lhe disse que ela era lésbica. É plausível que Tatlock tenha tido um relacionamento com Mary Ellen Washburn. Como psicanalista na década de 1940, ela via sua homossexualidade como uma condição patológica a ser superada, o que pode ter levado ao seu eventual suicídio. Ela escreveu para um amigo que “houve um período em que eu pensei que era homossexual. Eu ainda sou, de certa forma, forçada a acreditar nisso, mas realmente, logicamente, tenho certeza que eu não posso ser por causa da minha não-masculinidade.”

Tatlock sofria de depressão clínica e estava sendo tratada no Mount Zion. Por volta das 13 horas do dia 5 de janeiro de 1944, seu pai, John Tatlock, chegou ao seu apartamento. Quando não houve resposta ao toque da campainha, ele entrou por uma janela e a encontrou morta, deitada em uma pilha de travesseiros, com a cabeça submersa na banheira parcialmente cheia. Havia uma nota de suicídio não assinada, que dizia:

“Eu estou enojada com tudo… Para aqueles que me amaram e me ajudaram, todo o amor e coragem. Eu queria viver e ter algo a oferecer e fiquei paralisada de alguma forma. Tentei muito entender e não consegui… Acho que eu seria um fardo toda a minha vida—ao menos eu pude tirar o peso de uma alma paralisada de um mundo de luta.”

John moveu o corpo de Jean até o sofá, vasculhou o apartamento para encontrar a correspondência e queimou-as na lareira junto com algumas fotografias. Ele passou horas no apartamento antes de ligar para a funerária, que entrou em contato com a polícia. A polícia então chegou às 17h30, acompanhada por um médico-legista. No momento de sua morte, ela estava sob vigilância do FBI, e seu telefone estava grampeado, então uma das primeiras pessoas informadas sobre isso foi o diretor do FBI, J. Edgar Hoover, através de um link de teletipo. A notícia de sua morte foi noticiada nos jornais da Bay Area.

Washburn telegrafou Charlotte Serber em Los Alamos. Como bibliotecária, ela teve acesso à Área Técnica e contou ao marido, o físico Robert Serber, que então foi informar Oppenheimer. Quando chegou ao seu escritório, descobriu que Oppenheimer já sabia. O chefe de segurança de Los Alamos, Capitão Peer de Silva, recebeu a notícia através do grampo telefônico e da Inteligência do Exército, e transmitiu para Oppenheimer. Tatlock havia apresentado Oppenheimer às poesias de John Donne, e acredita-se que ele nomeou o primeiro teste de uma arma nuclear “Trinity” em referência a um dos poemas de Donne, como uma homenagem a ela. Em 1962, Leslie Groves escreveu a Oppenheimer sobre a origem do nome, e obteve a seguinte resposta:

“Eu sugeri… O motivo de eu ter escolhido o nome não está claro, mas sei quais pensamentos estavam em minha mente. Há um poema de John Donne, escrito pouco antes de sua morte, que eu conheço e amo. Dele uma citação:

“Como oeste e leste
Em todos os mapas planos – e eu sou um – são um,
Assim, a morte toca a Ressurreição.”

Em outro poema devocional mais conhecido, Donne começa

“Golpeie meu coração, Deus Trino”.

Houve, algumas vezes, especulações de historiadores e de seu irmão sobre se a morte de Jean foi realmente suicídio, já que havia algumas circunstâncias suspeitas.

Em fevereiro de 1944, um inquérito formal retornou um veredito de “Suicídio, motivo desconhecido”. No relatório do legista, ele descobriu que Jean havia comido uma refeição completa pouco antes de sua morte. Ela tomou alguns barbitúricos, mas não uma dose fatal. Traços de hidrato de cloral foram encontrados, uma droga comumente associada a um “Mickey Finn”, bebida alcoólica adulterada com uma substância concebida para incapacitar a pessoa que a bebe, mas não havia álcool em seu sangue, apesar de danos em seu pâncreas que indicavam que ela bebia muito. Como psiquiatra que trabalhava em um hospital, ela tinha acesso a sedativos como hidrato de cloral. O legista descobriu que ela morreu por volta das 16h30 do dia 4 de janeiro. A causa da morte foi registrada como “edema agudo nos pulmões com congestão pulmonar” – afogamento na banheira. Parece provável que ela se ajoelhou sobre a banheira, tomou hidrato de cloral e mergulhou a cabeça na água.

O filme, com sua história meio comercial sobre o desenvolvimento da bomba atômica, é um risco artístico e financeiro para Christopher e a Universal Studios, carregando um orçamento de USD 100 milhões. Nolan geralmente tem um senso aguçado do que o público quer, transformando thrillers sinuosos como “A Origem” em sucessos de bilheteria e marcando pontos com críticos e público com outro da Segunda Guerra Mundial, “Dunkirk”, estrelado por Fionn Whitehead. Harry Styles, Barry Keoghan, Cillian Murphy, Tom Hardy e mais.

Cillian Murphy irá estrelar como J. Robert Oppenheimer, Emily Blunt como Kitty Oppenheimer, Robert Downey Jr. como Lewis Strauss, Matt Damon como Leslie Groves Jr. e Benny Safdie como Edward Teller.

A Universal Pictures distribuirá “Oppenheimer” mundialmente, mas, até o momento, apenas a data de lançamento nos cinemas norte-americanos foi divulgada (21 de julho de 2023).

Fonte: The Hollywood Reporter, Variety e Wikipédia.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Foi divulgado nesta sexta-feira (26) pelo veículo de notícias Deadline, que Florence Pugh e Morgan Freeman irão estrelar “A Good Person“, novo projeto roteirizado e dirigido por Zach Braff. Descrito como uma lição sobre luto e superação, o filme segue a história de Allison (Pugh), cuja vida desmorona após se envolver em um acidente fatal. Nos anos seguintes, o relacionamento improvável que ela estabelece com quem seria seu sogro (Freeman) a ajuda viver uma vida que vale a pena.

Ainda na matéria, foi informado que a CAA Media Finance está conseguindo financiamento e representará os direitos domésticos do longa, e a produtora Rocket Science está cuidando das vendas internacionais e apresentará o projeto aos compradores no mercado virtual de Berlim.

Poucos detalhes foram revelados, portanto, até o momento, não há informações sobre o restante do elenco e o início da produção.

Fonte: Deadline.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh foi nomeada pela prestigiada revista TIME como uma dos 100 líderes em ascensão do ano de 2021; que estão moldando o futuro através do entretenimento, da saúde, da política, dos negócios, entre outros meios. A atriz britânica é uma das 54 mulheres presentes na lista, que conta com médicos e cientistas que estão lutando contra a COVID-19, ativistas que promovem igualdade e justiça, jornalistas que defendem a verdade e artistas compartilhando suas visões do presente e do futuro, entre outros profissionais que de alguma forma fizeram, e fazem, a diferença em seus campos de atuação.

O editor-chefe e CEO da TIME, o jornalista Edward Felsenthal, definiu os escolhidos como “provedores de uma ‘esperança lúcida’ em meio a uma pandemia global, ao aprofundamento da desigualdade, a injustiça sistêmica e a questões existenciais sobre a verdade, a democracia e o próprio planeta”.

Confira abaixo a tradução do artigo sobre Florence Pugh para a TIME100 Next, escrito pela também atriz Lena Headey; que atuou ao lado de Florence em “Lutando Pela Família”:

Florence Pugh carrega uma falta de vaidade que a faz habitar plena e completamente cada papel que ela assume, desde a historicamente difamada Amy March em “Adoráveis Mulheres” à enlutada Dani em “Midsommar: O Mal Não Espera a Noite”. Nós nos conhecemos trabalhando em “Lutando Pela Família”, para o qual ela se transformou em uma estrela da WWE. Nós lutamos juntas (em calções curtos e agarrados), choramos juntas (estava no roteiro), mas, principalmente, rimos muito. Ela é uma atriz magnífica, cheia de generosidade com seus colegas de elenco e curiosidade sobre a vivência humana. Um público ainda maior logo conhecerá seu poder, quando Florence estrelar ao lado de Scarlett Johansson no próximo filme da Marvel, “Viúva Negra”. Quando não está nas telas, Flo não sente necessidade nenhuma de fingir ser outro alguém além de quem ela realmente é: uma cozinheira fantástica e uma nerd colossal, o que eu digo como um elogio. Além disso, ela canta como um anjo.

Fonte: TIME.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh foi selecionada para o elenco de “Dolly”, o mais novo empreendimento da Apple Studios. O filme, que teve seus direitos disputados por quatro estúdios e dois serviços de streaming antes de ser arrematado pela Apple TV+, também trará a britânica como produtora executiva.

O drama de ficção científica, que se desenrola majoritariamente em um tribunal, narra a história de uma “boneca de companhia” robótica que mata a sua dona e depois choca o mundo ao se declarar inocente e solicitar um advogado, indo a julgamento. O filme possui elementos tanto do drama clássico de um tribunal quanto da ficção científica e é inspirado no conto de mesmo nome da autora Elizabeth Bear.

A Apple Studios produzirá o longa juntamente com Drew Pearce, através da Point of No Return Films. Além de Florence, a produção executiva também contará com Vanessa Taylor e Ian Fisher, também da Point of No Return Films. Vanessa, que foi co-escritora do roteiro de “A Forma da Água” ao lado de Guillermo del Toro, e Drew também serão os responsáveis por escrever o roteiro.

O drama ainda não tem data para o início da produção, já que o projeto ainda não possui sinal verde; uma vez que o roteiro ainda não foi escrito e um diretor ainda precisa ser contratado.

 
Fonte: Deadline.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh foi escalada para o papel principal do novo filme da Universal Pictures: o mistério de assassinato “The Maid”. Além de protagonista, Florence também será uma das produtoras da adaptação, que é baseada no romance de estreia homônimo da autora Nita Prose, juntamente com Josh McLaughlin (Wink Pictures) e Chris Goldberg (Winterlight Pictures).

Com data de publicação prevista para o ano de 2022, o romance combina o charme de “Eleanor Oliphant Está Muito Bem“, de Gail Honeyman, com um quê de mistério em torno de um assassinato ao melhor estilo Agatha Christie. A história se passa no Regency Grand Hotel, onde Molly, a camareira e personagem-título, deixa todos os quartos perfeitos e imaculados enquanto descobre os segredos sujos de cada hóspede. Um quem-matou repleto de pistas e uma sala trancada, “The Maid” explora a descida de Molly à fatalidade visceral de seu prestigiado e renomado local de trabalho, enquanto conta uma história oportuna sobre os pontos fortes de nossas diferenças.

A adaptação cinematográfica ainda não possui data definida para o início da produção e nem previsão de chegada às salas de cinema ao redor do mundo.

 
Fonte: Deadline.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Conforme noticiado com exclusividade pelo site The Direct e pela youtuber Grace Randolph, Florence Pugh vestirá o manto de Yelena Belova mais uma vez para duas produções da Marvel Studios exclusivas para o serviço de streaming Disney+: as séries “Hawkeye” e “The Falcon and the Winter Soldier”.

Pouco se sabe sobre o tamanho de seu envolvimento em ambas as produções, mas acredita-se que sua aparição confirma as especulações de que a personagem assumirá o posto da Viúva Negra no Universo Cinematográfico da Marvel, vago após a morte da heroína Natasha Romanoff em “Vingadores: Ultimato”.

De acordo com fontes ligadas ao The Direct, Florence usará um figurino inspirado em Ronin, semelhante ao terno que Clint Barton usou em “Vingadores: Ultimato”, em algum ponto da série do Gavião Arqueiro. Sua ligação com Natasha e o título de Viúva Negra pode ser o motivo por trás da aparição de Yelena em “Hawkeye”. Não se sabe ao certo se Clint sabia da existência de Yelena, mas o rumor de uma possível aparição do arqueiro no filme “Viúva Negra” pode servir de palco para um encontro entre os dois personagens, formando assim a ponte ideal para a participação de Florence na série.

A aparição de Florence na série do Falcão e do Soldado Invernal explica o porquê de a produção ter que estrear após o filme “Viúva Negra”.

 
Fonte: The Direct & Grace Randolph.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh e Scarlett Johansson foram entrevistadas em conjunto para a edição de inverno da revista Marie Claire. Realizada por Mitchell S. Jackson, a entrevista aconteceu por uma reunião no Zoom e abordou o filme “Viúva Negra”, as diversas decisões das atrizes ao longo da carreira, pandemia, quarentena e mais. Confira abaixo a entrevista traduzida, as fotos da sessão fotográfica (realizada por Quentin Jones), um novo still de produção divulgado com exclusividade pela Marie Claire e os scans da revista:

Mulheres Extraordinárias: Scarlett Johansson & Florence Pugh
Com o adiamento de seu filme épico de super-heroínas, as atrizes falam sobre as reviravoltas na trama da vida real que 2020 está trazendo para elas.


CENA I: A Ligação

Era um dia de semana (ou fim de semana, porque o que é o tempo hoje em dia?), lá estava Scarlett Johansson, tomando uma margarita, de gole em gole.

Tudo bem até então, né?

Mas, infelizmente, como a maioria das coisas em 2020, tudo só piorou a partir daí.

Uma ligação interrompeu seu coquetel. O assunto: A estreia de “Viúva Negra”, o certeiro sucesso de bilheteria estrelando Scarlett e a magnética novata da Marvel, Florence Pugh e dirigido por Cate Shortland — três mulheres poderosas colaborando em um filme sobre mulheres poderosas, afirmando sua ascensão — estava sendo adiada. Foi uma notícia desanimadora, Scarlett recorda, embora não fosse uma surpresa.

Outra margarita, você disse? Sim, por favor, e obrigada.

Eu estive conversando com Kevin Feige” — O presidente da Marvel Studios — “sobre isso, e com nossos colegas produtores; estávamos tentando entender qual era o cenário,” diz Scarlett, 36 anos, com um pouco de resignação agora em sua inconfundível voz, mas um pouco de pragmatismo também. “Estamos todos ansiosos para lançar o filme, mas, acima de qualquer coisa, todos querem que a experiência passe segurança, que as pessoas possam realmente se sentir confiantes em sentar-se juntas em um cinema fechado.

Estamos em uma teleconferência, porque é isso que você faz nos dias de hoje — nada de almoços. Isso ou usar o Zoom, o que nós fizemos há algumas semanas. Florence, 24 anos, está conosco na linha. Também resignada, também pragmática. Ela tinha acabado de voar de Londres de volta para Los Angeles, onde ela mora, quando recebeu a ligação.

Acho que, provavelmente, eu tinha um pressentimento,” ela diz. “Me pareceu que toda a diversão do verão, e o fato de todo mundo estar na rua e de finalmente terem regras mais brandas, cobrou seu preço, obviamente, por causa do vírus. Estou triste que as pessoas não consigam assistir ao filme por mais meio ano, mas eu não fiquei incrivelmente chateada porque é importante cuidar das pessoas agora.

O que elas estão dizendo é que, o adiamento de um filme de super-heróis não é o apocalipse. Nem neste ano terrível e nem em qualquer outro. Mas não é uma droga? Quem não gostaria de estar sentado em uma sala escura de cinema agora, munido de um balde de pipoca com sabor artificial de manteiga, um refrigerante grande, e se afundando em uma poltrona enquanto uma ação da Marvel de tirar o fôlego se desenrola na tela?

E, entre todos os filmes, esse em especial — um com personagens femininas fortes, atrizes fortes, uma diretora forte. Um filme que é divertido e também importante.

Então, o que acontece agora?

CENA II: O Filme!

Nós conversamos pela primeira vez através de telas de computadores. Florence, depois de muitos meses presa em casa por causa da COVID-19, tinha viajado para Londres e participou da chamada pelo Zoom de seu escritório, uma sala com luz escassa, artes emolduradas penduradas no alto das paredes e caixas abertas de um teclado e tripé da Casio — confira seu canal no YouTube para suas performances de violão-acústico como Flossie Rose — empoleiradas em um armário.

Scarlett se atrasou alguns minutos porque teve que buscar sua filha em um acampamento, que teve as atividades diárias canceladas por conta da chuva, e se juntou à ligação de sua casa em Nova York. Era noite em Londres e Florence, que usava uma camiseta na qual se lia “Amor” e vários colares finos, havia se servido de uma generosa taça de vinho tinto.

Quando Scarlett apareceu na ligação, Florence ganiu, “Oh meu Deus, aí está ela!

Scarlett, vestida em um figurino atlético-casual e de cara limpa, sorriu de volta. E, por alguns minutos, as duas estrelas — uma das quais cujo salário de US$56 milhões no ano passado a tornaram a atriz mais bem-paga do mundo — pareciam não mais do que duas boas amigas colocando o papo em dia. Elas brincaram entre si sobre suas escolhas de ambientes para a reunião no Zoom. Scarlett escolheu seu quarto e teve como plano de fundo uma cabeceira de camurça acolchoada e papel de parede estampado com pássaros e folhas.

Eu gosto de mudar. Deixar as pessoas na dúvida. Fazer parecer que fui a algum lugar,” diz ela. “Quando, na verdade, eu não fui a lugar nenhum, obviamente.

Quanto ao filme que nós não deveremos assistir até o dia 7 de maio de 2021, no mínimo, elas entraram no tópico bem rápido. Elas se iluminaram, conversando sobre o filme, relembrando a labuta e o trabalho. Sim, o trabalho árduo. Pergunte a elas: Essas coisas de super-herói é basicamente luz-câmera-ação e premières repletas de flashes… só que não.

Em uma cena em particular, nossas heroínas — Natasha Romanoff (Scarlett) e Yelena Belova (Florence) — correm em disparada por um terraço em Budapeste. Era para ser inverno. A tomada exige que elas pulem da lateral de um prédio com um helicóptero zunindo acima de suas cabeças.

Parece espetacular.

Mas o fato foi que era um dia de verão, no qual parecia que um deus da Marvel tinha empurrado a Terra meio caminho para mais perto do sol.

A realidade era que o que foi no máximo alguns segundos de alta ação cinematográfica, exigiu horas no topo daquele prédio e vestir-se com a antítese de um material apropriado para o clima, uma jaqueta de couro e botas de couro — e no caso de Scarlett, uma peruca e um chapéu de pele.

A verdade corpórea é que ambas as estrelas usaram arreios de segurança tão desconfortáveis quanto espartilhos vitorianos e lutaram com pequenas almofadas de gel apropriadas para esse tipo de cena (usadas por baixo dos figurinos para amortecer as quedas), que mantinham o suor escorrendo de seus quadris até quase os tornozelos.

E como se as filmagens do dia não fossem castigo suficiente do processo de produção do filme, sua diretora, Cate, entrou no set usando um vestido de verão, um chapéu de aba e tênis Stan Smith, deu uma olhada em suas estrelas suando — e assando — e provocou, “Oh, o dia não está adorável hoje?

É uma boa anedota para se arrancar gargalhadas — três mulheres desempenhando seus papéis, duas derretendo no calor enquanto uma faz piada da situação — o tipo de história que você conta no Jimmy Fallon. (“E essas almofadinhas que temos que vestir por baixo de nossos figurinos viviam escorregando!”) Mas a verdade é que esse é o tipo de cena da vida real que ainda não vemos com a frequência necessária.

Eu não quero suavizar nada,” disse Scarlett, o tom de brincadeira deixando sua voz, seus olhos apontados para o seu teto, “porque é um desafio, em uma indústria dominada por homens, contar a história de uma mulher da perspectiva de uma diretora e focar no coração de algo que é inerentemente feminino.

Haverá grandes expectativas de bilheteria para “Viúva Negra”, com ou sem COVID; não nos esqueçamos de que “Vingadores: Ultimato”, o último filme da Marvel no qual Scarlett apareceu, faturou $2.79 bilhões de dólares de bilheteria, tornando-se assim o filme mais rentável de todos os tempos — sem falar na importância de se fazer algo que inspire e empodere meninas e mulheres. E é bem possível que ninguém saiba tão bem como é lidar com expectativas elevadas quanto a estrela que deu início ao Universo Cinematográfico da Marvel.

É muito difícil ser o número um da folha de programação em sua própria franquia,” diz Robert Downey Jr. “É um teste severo. Mas há algo sobre esses personagens que faz com que você esteja à altura da tarefa em mãos, e se há alguém que o resto de nós não teve a mínima dúvida desde o começo sobre ser ou não capaz de carregar facilmente o manto sozinho(a), fora desse conglomerado, é a Scarlett.

CENA III: Escolhas

No tempo presente, Scarlett é ponderada e cuidadosa na escolha de seus papéis. E essas escolhas tem rendido performances dinâmicas: a complicada Nicole Barber em “História de um Casamento”. Mulheres firmes e inabaláveis como Rosie em “Jojo Rabbit”. Até mesmo a romântica Barbara em “Como Não Perder Essa Mulher”. O que ela está buscando nos dias de hoje é o ímpeto que sente quando pode fazer algo que nunca havia feito antes.

Ela nem sempre agiu assim. Então aconteceu a dádiva de interpretar Catherine, uma garota encontrando seu lugar no mundo como uma mulher, em uma remontagem da Broadway em 2010 da peça de Arthur Miller, “A View From the Bridge”. “Eu consegui realmente me fortalecer,” diz ela. “Eu consegui criar músculos, como uma atriz [figurativamente falando], que eu não tinha tido realmente a oportunidade de exercitar antes. Foi totalmente revigorante. Eu pensei, sabe, nunca mais vou voltar a pensar e agir como antes. Eu não vou retroceder. Eu tenho que continuar aspirando a alcançar esse sentimento.” Scarlett ganhou um Prêmio Tony por sua performance.

O ano seguinte trouxe a Viúva Negra, um papel que ajudou a fazer dela a atriz mais rentável de todos os tempos (estimados $14.4 bilhões de dólares) e deu a ela o poder de desafiar os limites do que uma mulher pode ser nas telas. “Eu procuro por mulheres com as quais eu sinto que posso me identificar em algum nível, pelas quais eu tenha empatia. Isso é um pouco complicado, obviamente, porque você pode ter empatia pelas pessoas de diferentes maneiras e por diferentes motivos. Mas se eu puder ter empatia por uma personagem, não importa quais sejam os seus valores morais, então isso é importante para mim,” diz ela.

Florence compartilha dessa mentalidade. “Semelhante à Scarlett, para mim sempre foi, meio que, a prioridade número um encontrar mulheres que sejam totalmente fascinantes e poderosas às suas próprias maneiras,” diz ela. “Eu quero de verdade reconhecer as mulheres que eu interpreto; esteja eu reconhecendo a minha mãe nelas, ou a minha avó, ou a minha irmã. Eu quero interpretar personagens complexas e confusas.

As escolhas certeiras que Florence fez até aqui incluem Cordelia, a filha do Rei Lear de Anthony Hopkins, em uma adaptação cinematográfica de 2018 e uma estudante espetacularmente traumatizada no terror de sucesso do último verão, “Midsommar”. Seu papel como a malcriada irmã mais nova Amy, em “Adoráveis Mulheres”, lhe rendeu mais atenção do público e da mídia — e uma indicação ao Oscar.

Viúva Negra” tem o potencial de transformá-la de uma atriz aclamada a uma estrela global.

Em 2021.

CENA IV: Quarentena

(…)

Quando Florence fez seu primeiro voo durante a pandemia, ela chegou ao LAX com duas horas de antecedência e em sua perambulação, ela contemplou paredes e outdoors despidos de anúncios, lojas e cafés fechados e lacrados com tábuas, e todo mundo se movia lentamente, mantendo largas distâncias um dos outros. “Foi um pouco parecido com o começo de “28 Days Later”, ou “The Walking Dead”, quando ele [Rick Grimes] estava saindo do hospital,” diz Florence. “Isso me assustou muito.

(…)

Com a facilidade que essas duas solidarizam uma com a outra, você pensaria que elas construíram essa empatia mútua ao longo da história. Na verdade, a irmandade delas começou durante os ensaios, quando Florence chegou cheia de gás e dedicação com apenas três horas de sono e exausta da viagem a trabalho. As circunstâncias não eram as melhores para uma apresentação, embora fosse ser assustador em quaisquer circunstâncias.

Florence estava empolgada, nervosa e exausta.

Você parecia muito segura de si, curiosa e disposta”, Scarlett diz a Florence. “E você estava muito presente no momento”.

Estar presente no dia em que elas se conheceram, significou fazer exercícios de confiança. Imagine elas — ambas indicadas ao Oscar 2020 (Scarlett nas categorias Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante por “História de um Casamento” e “Jojo Rabbit”, e Florence na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante por “Adoráveis Mulheres”) — caindo nos braços uma da outra. Imagine elas se revezando em guiar uma à outra com os olhos vendados por uma série de obstáculos em uma sala de escritório. Imagine elas ensinando uma a outra a tecer uma cama de gato.

Acho que talvez o cansaço tenha contribuído para que eu não estivesse tão autoconsciente e, eu suponho, me permitido a começar a tirar sarro da Scarlett desde o primeiro dia, o que foi ótimo”, diz Florence. “E então, daquele ponto em diante, nós meio que começamos a fazer isso uma com a outra. Foi uma conexão fraternal instantânea”.

CENA V: Lasanha

É novo, sim, mas esse respeito mútuo, os exercícios de confiança e as saídas juntas firmaram algo genuíno entre essas mulheres. Tome como prova contundente deste fato quando, durante nossa entrevista pelo Zoom, Scarlett conversa com uma assistente sobre o tempo de cozimento de um prato, fora da tela. “Eu fiz lasanha para uma amiga minha que acabou de ter um bebê”, ela diz, voltando-se para Florence, e explica que tinha deixado a travessa sobre o balcão da cozinha e, sem que ela soubesse, sua assistente a colocou no forno.

Talvez você queira verificar isso, para não dar uma porção de lasanha queimada a sua amiga, eu ofereço.

Eu sei, eu estava tipo, estou fazendo essa entrevista e pensando, Oh, que cheiro bom”, ela diz, abrindo um sorriso.

Eu nunca fiz lasanha, na verdade”, diz Florence, franzindo as sobrancelhas. “É um prato que meio que me apavora. O queijo, por algum motivo estranho. Eu não sei o porquê. Acho que fico preocupada de assá-la, e então quando retirá-la, todo o queijo estar duro e para fora. É fácil?

O que você faz quando o seu filme, que é um grande sucesso de bilheteria de Hollywood garantido, é colocado na prateleira por causa de uma pandemia global? Você faz o que o resto de nós faz: se serve de uma bebida, entra em uma reunião no Zoom com seu amigo que está longe, e faz lasanha.

Sim, é fácil. Bem fácil. Basicamente, você descobre—” Scarlett começa, e então para e joga as mãos para o alto. “Ah, bem, eu te conto mais tarde.

Fonte: Marie Claire.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.
 

 



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