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Na última quinta-feira, 22, Florence Pugh foi vista caminhando pelas ruas de Los Angeles com seu namorado, o ator e produtor Zach Braff, e sua cachorrinha Billie.

Florence e Zach usavam trajes confortáveis enquanto conversavam e passeavam com a filhote que adotaram no primeiro semestre do ano de 2020, durante um projeto da Labelle Foundation.

Confira as fotos em nossa galeria:
 



Florence Pugh foi um dos nomes escolhidos pela Audible, a empresa de entretenimento falado e educativo da Amazon, para fazer parte da Coleção Jane Austen, que contará com seis audiolivros dos romances mais amados da autora. Cada história será um híbrido de narração e dramatização e contará com um elenco completo.

A atriz britânica lerá “Persuasão”, romance que conta a história de Anne Elliot, uma jovem de família nobre que se arrepende profundamente ter se deixado persuadir a romper seu noivado com o oficial da marinha Frederick Wentworth.

Além de Florence, o projeto contará ainda com as vozes das atrizes Emma Thompson, Claire Foy, Gugu Mbatha-Raw e Billie Piper. A Coleção Jane Austen será lançada no Audible no dia 5 de novembro e estará disponível aos membros do serviço por um crédito, com duração total de 32 horas.

 
Fonte: Evening Express.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



A Deadline noticiou com exclusividade nesta sexta-feira, 11, em seu site, a mais nova adição do elenco de “Don’t Worry Darling”: o cantor, compositor e ator inglês, Harry Styles. Harry — que se junta a Florence Pugh, Dakota Johnson e Chris Pine no elenco estelar — substitui o ator americano Shia LaBeouf, inicialmente escalado para o papel que agora pertence ao britânico. O motivo que ocasionou a saída de Shia do projeto, e a consequente entrada de Harry, foram conflitos de agenda, conforme anunciado pelo New Line, o estúdio responsável.

Também nesta sexta-feira, o Collider publicou um artigo revelando novos detalhes sobre o enredo e o processo de produção do novo thriller psicológico de Olivia Wilde. Confira abaixo a tradução:

Ambientado na década de 1950, o filme da New Line irá estrelar Florence Pugh como uma dona de casa infeliz que aos poucos passa a questionar sua própria sanidade quando começa a perceber incidentes estranhos em sua pequena comunidade utópica no deserto da Califórnia. Harry Styles irá interpretar o marido de Florence, um homem que é o verdadeiro retrato da perfeição e a ama profundamente, mas que está escondendo um segredo sombrio dela.

Chris Pine está escalado para co-estrelar como o líder de um estaleiro misterioso. Todos os homens estão empregados um pouco além dos limites da cidade e o personagem de Chris é reverenciado por todos os seus colaboradores e suas esposas, quase como um culto. Enquanto isso, Dakota Johnson irá interpretar a vizinha de Florence, que começa a exibir um comportamento estranho e paranoico e tenta alertá-la de que as coisas em sua comunidade não são o que parecem ser. Olivia Wilde também irá desempenhar um papel coadjuvante crucial.

Após fazer sua estreia como diretora com a aclamada comédia adolescente “Fora de Série”, Olivia irá dirigir à partir de um roteiro desenvolvido por Katie Silberman, a escrivã de “Fora de Série” que reescreveu o roteiro original de Carey e Shane Van Dyke. Olivia e Katie também irão produzir “Don’t Worry Darling” ao lado de Roy Lee e Miri Yoon, da Vertigo, enquanto Carey e Shane serão os produtores executivos juntamente com Catherine Hardwicke. Os executivos da New Line, Daria Cercek e Celia Khong, irão supervisionar o projeto para o estúdio.

O projeto é uma prioridade para a New Line, de propriedade da WarnerMedia. (…) Olivia tem vários projetos de direção em andamento, mas é esperado que “Don’t Worry Darling” seja seu próximo longa-metragem, visto que já está com seu elenco definido.

Após os anúncios, Olivia utilizou sua plataforma no Twitter para revelar os nomes dos personagens de Florence Pugh e Harry Styles: Alice e Jack, respectivamente.

Fontes: Deadline, Collider & Twitter.
Texto, tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh e Scarlett Johansson concederam uma entrevista conjunta para a edição britânica de outubro da revista Empire, realizada por Chris Hewitt, acompanhada de um ensaio fotográfico promocional distribuído pela Marvel Studios e de autoria do fotógrafo Ricky Middlesworth. No bate-papo, as atrizes discutiram o aguardado filme “Viúva Negra”, sua importância para a Marvel e para a indústria dentro de um ponto de vista feminista e inovador e muito mais. Confira abaixo a entrevista traduzida, as fotos da sessão fotográfica, os novos stills de produção divulgados com exclusividade pela publicação e os scans da revista:

Passando a Tocha
O tão esperado ‘Viúva Negra’ vê Scarlett Johansson dando adeus ao UCM e Florence Pugh chegando com alvoroço. Nós as reunimos para falar sobre mentoria, testar limites, explorar coisas novas e poder feminino

Há uma chance muito real de que “Viúva Negra”, de Cate Shortland, seja a última excursão de Scarlett Johansson no Universo Cinematográfico da Marvel como sua personagem-título, a astuta super-espiã/soldado solitária Natasha Romanoff. O que seria uma tremenda pena. Porque, embora essa seja a oitava viagem de Scarlett no carrossel UCM desde que ela apareceu pela primeira vez em “Homem de Ferro 2”, em 2010, é a primeira de Florence Pugh como a ex-espiã soviética, antagonista e meio-que-irmã de Natasha, Yelena Belova, em uma prequela aparentemente projetada para outorgar o manto de Viúva Negra a ela — agora que a própria Natasha está morta, ao que tudo indica irrevogavelmente, em um planeta estranho. E se a química fácil, engraçada e estimulante que as atrizes americana e britânica demonstraram em uma ligação com a Empire no começo deste verão se transferir para a telona, a Marvel deve tentar reuni-las em todas as oportunidades. Prequelas, spin-offs, sitcoms, o que funcionar. Ainda assim, como alguém disse uma vez, o futuro não está definido, e durante a entrevista conjunta da Empire, Scarlett e Florence falaram sobre o presente, o passado, e o caminho que levou a Marvel a fazer um filme protagonizado/dirigido por mulheres, que tem como finalidade a inovação…

Quando foi a última vez que vocês se viram pessoalmente?
Scarlett Johansson:
Eu vi você na época do Oscar…
Florence Pugh: Mas nós fizemos refilmagens uns dois ou três dias depois disso, lembra, querida?
Scarlett: Ah, verdade. Nós duas estávamos doentes.
Florence: Nós nos vimos bastante durante a temporada de premiações, o que foi muito legal porque tínhamos acabado de fazer um filme juntas. Então eu pude simplesmente ir e cutucar Scarlett Johansson em tapetes vermelhos e soltar, “Tudo bem, eu conheço ela.” Mas sim, é muito estranho não estar com ela. Nós começamos [a trabalhar no filme] há mais de um ano, querida. Foi em maio [de 2019] que começamos nossos treinos juntas.
Scarlett: Antes de você e eu começarmos a trabalhar nesse projeto juntas, eu tive um ou dois anos do processo de desenvolvimento. Faz tanto tempo. Fazem quase três anos, na verdade. Eu pensei nisso outro dia. “Quando eu comecei essa conversa para valer?” Lembro de quando nós estávamos filmando “Guerra Infinita”, comecei a falar pela primeira vez com Kevin [Feige] sobre isso como uma possibilidade real, como algo que realmente poderia acontecer. Foi há tanto tempo. Já faz uma eternidade.

Vocês duas se conheceram há mais de um ano, presumivelmente batendo uma na outra com violência?
Florence:
Literalmente. Eu nunca tinha feito um desses filmes antes, então eu estava muito ansiosa para iniciar e começar a aprender como rolar pelo chão [em uma coreografia de luta], porque eu não sabia exatamente o quanto se esperava de alguém que estava entrando em um desses filmes. O mais engraçado é que nós começamos ensaiando algumas cenas, o que foi adorável, mas na primeira semana de filmagens, Scarlett e eu tínhamos uma das maiores cenas de luta para nossas personagens, em que elas se vêem pela primeira vez em anos. E foi a primeira vez em que nos vimos, então nós estávamos fazendo esses ensaios e eu falava coisas do tipo, “Ok, eu te enforco agora e em seguida você me joga na parede.
Scarlett: É como um exercício de confiança bastante agressivo. Como atrizes, normalmente você se apóia na pessoa ou vocês se olham e dizem a mesma palavra por, tipo, 20 minutos. Foi exatamente assim, mas com uma chave de braço, basicamente. Embora eu deva dizer que foi eficaz. Apenas como atores, alguém teria a oportunidade de fazer algo assim. É uma loucura. É um trabalho tão engraçado e esquisito, no qual você pode ver alguém pela primeira vez em um ensaio de uma peça e um dia e meio depois, vocês estão gritando e soluçando um com o outro, se abraçando, ambos com muco escorrendo pelo rosto, e você expôs toda a fragilidade do seu eu infantil.
Florence: O mais legal disso é quando você conhece alguém que gosta tanto quanto você desse tipo de coisa. Isso torna toda a experiência um pouco mais agradável. Nem todo mundo gosta de ser jogado no chão o tempo todo, mas Scarlett e eu adoramos.

Scarlett, você já deve estar batendo nas pessoas segundos após conhecê-las há um tempo agora.
Scarlett:
É estranho dizer isso, mas já é uma coisa antiga para mim. É muito engraçado, no entanto. Já faz uma década em termos de duração e eu sei onde minha energia é melhor usada. Sei que provavelmente não vou atingir o nível profissional de Muay Thai em quatro meses. De forma que gastar minha energia tentando me igualar a um atleta profissional é um desperdício do meu tempo. Eu sei que é mais importante para mim que eu seja e pareça capaz e tenha esse tipo de confiança no que quer que eu esteja fazendo. Mas nem sempre foi assim. Eu passei tantos filmes me preocupando em excesso com coisas que basicamente nunca eram utilizadas, ou criando uma sequência de luta de seis minutos de duração e então mostrando-a ao diretor no dia da filmagem para ouvir ele dizer, “Eu acho que só precisamos de 15 segundos disso.” Aí você fica, “O queeeeee? Eu desperdicei todo esse tempo!” Então eu acho que sou mais eficiente agora.

Florence: Quando estávamos fazendo aquela primeira luta, eu estava muito preocupada com uma rotação que eu tinha que fazer, e estava basicamente tentando mergulhar no ar enquanto aplicava um golpe nas pernas dela para então rolar. Para uma pessoa normal, isso é quase impossível. E eu me lembro de ficar apreensiva com isso: “Eu não sei se vou conseguir fazer essa acrobacia.” Scarlett me disse, “Querida, há um motivo para você ter alguém que se pareça exatamente com você pronta para te dar apoio. Ela é uma atleta e sabe como fazer isso e ficará ótimo.

Há coisas para as quais você não tem dublês: a parte da atuação. Vocês podem falar sobre isso e sobre trabalhar nesse relacionamento entre essas duas personagens, que tem que ser fraternal mas com um certo limite?
Florence:
Foi uma alegria completa. Mas também, eu na verdade embarquei em uma narrativa da qual eu não fazia parte e precisava ser educada sobre. Eu sei um pouco de assistir aos filmes anteriores, mas foi realmente fantástico que a mulher com quem eu estava trabalhando não só era a rainha deste reino, como também sabia absolutamente tudo. Foi ótimo embarcar nesse projeto e dar vida a esse relacionamento complicado, no qual há tanto amor mútuo e também tanta dor por trás deste amor, que leva um filme inteiro para que elas realmente possam se abrir uma com a outra.
Scarlett: De muitas maneiras, a pressão não estava realmente sobre mim. Eu tinha confiança na Cate [Shortland], nossa diretora, para liderar todos nós como uma trupe de atores, para nos guiar e encontrar mais profundidade em algo, ou um afeto em algo, ou diferentes nuances. De forma que parecia um pequeno filme dentro de um grande filme, eu acho. Quando você o assiste, você também tem essa impressão. Tem um certo intimismo sobre ele. Esses relacionamentos são possivelmente alguns dos mais complicados com os quais a Marvel já lidou. Eles são profundos, casos familiares complicados. Nós pudemos fazer algumas coisas muito gratificantes do ponto de vista dramático, e é para isso que trabalhamos.

O filme é uma prequela. Há um grande motivo para isso, que é que agora Natasha está morta no UCM. O que foi um grande choque — Florence, eu presumo que você já tenha visto “Ultimato”?
Florence:
[risos] Eu já assisti, não se preocupe.
Scarlett: Alerta de spoiler!

[…]

Florence, você vem acompanhando com afinco o UCM e a progressão de Scarlett como Natasha ao longo da última década ou algo assim?
Florence:
Eu não era uma fanática. Sem ofensa, Scarlett. Eu não sei todas as informações sobre todos os personagens, mas me lembro de assisti-los durante a minha adolescência. Eu definitivamente me mantive atualizada. Tanto que fiquei arrasada — me lembro dos primeiros vazamentos sobre a morte da Natasha e que achei isso muito injusto porque ela era a personagem feminina mais incrível. Me lembro de ficar chocada. Mas é engraçado ter trabalhado no filme pelo qual as pessoas vêm torcendo nos bastidores há anos, e poder trabalhar ao lado da Viúva Negra e assisti-la.
Scarlett: Florence diz todas essas coisas, mas ela tem tanta integridade e sua personagem também. Ela é excepcionalmente independente. A personagem é tão cheia de vida e tem tanta segurança em si mesma. Essas são todas qualidades que Florence tem de sobra. É muito revigorante. É uma performance muito revigorante e empolgante de se assistir.

Ambas entraram no UCM em pontos muito distintos. Scarlett, ainda era um grande risco quando você fez “Homem de Ferro 2”, e, ao longo dos anos, sua contribuição os ajudou a chegar a um ponto em que um filme como este não é mais um risco. E, francamente, o UCM foi um grande festival de salsichas [lê-se: masculino] por anos…
Scarlett:
Um festival de salsichas? [risos]

Sim! E agora é muito mais representativo e muito mais diverso. Então, as coisas mudaram nesse sentido.
Scarlett:
Sim, graças a Deus. Estamos evoluindo com o tempo. O que eu posso dizer é que, falando especificamente sobre esse filme — porque é impossível englobar todo o Universo Marvel e o quanto ele é muito maior do que jamais poderíamos ter imaginado que seria um dia — tem tanta coisa acontecendo. Vai além da compreensão. Quando comecei há dez anos, não li um roteiro. Eu não sabia em que isso se transformaria. Eu estava colocando toda a minha confiança em Jon Favreau [diretor de Homem de Ferro 2]. Mas nenhum de nós, desde aquele comecinho, poderia ter imaginado que estaríamos aqui, discutindo esse tipo de coisa. Eu acho que esse filme em particular é basicamente um reflexo do que está acontecendo em consequência dos movimentos Time’s Up e #MeToo. Seria um erro tão grande se não abordássemos esse assunto em específico, se esse filme não levantasse essa bandeira abertamente. Eu acho, particularmente para Cate, que era tão importante para ela fazer um filme sobre mulheres que estão ajudando outras mulheres, que tiram outras mulheres de uma situação extremamente difícil. Alguém me perguntou se Natasha era uma feminista. É claro que ela é, isso é óbvio. É uma pergunta meio estúpida.

Vou riscar ela da minha lista…
Scarlett:
[risos] Mas esse filme, com sorte, não irá apenas elevar o gênero, como também testará os limites da Marvel novamente e a impulsionará além de sua zona de conforto de uma forma completamente nova. É uma oportunidade realmente única fazer um filme desta escala, que tem uma mensagem tão comovente, profunda e poderosa por trás. Acho que conseguimos fazer isso com louvor.
Florence: Sim. E você percebe isso nos dez primeiros minutos do filme. Você já está impressionado por coisas incríveis que não estariam em um filme, qualquer filme, mesmo que somente cinco anos atrás. Foi muito legal de se assistir.

Isso é interessante. Como “Pantera Negra”, este teria sido um filme muito diferente dez anos atrás.
Scarlett:
Tenho certeza que um filme da Viúva Negra poderia ter sido feito há dez anos, mas não teria sido esse filme, com certeza. Teria sido outra coisa que provavelmente pareceria ótima. [risos]

E agora foi feito.
Florence:
Está incrível. Eu tenho que falar: eu assisti a um corte [do filme], estava sentada no sofá e todas as vezes em que algo acontecia, algo que tinha qualquer tipo de ação, eu ficava tipo, “Vamos, Natasha! Vai! Vai!” Eu estava muito animada em gritar com a minha própria televisão.

Você faz isso com todos os filmes da Scarlett? Com “História de Um Casamento”, digamos? “Vai, Scarlett, vai!”
Scarlett:
Ah, sim, ela faz isso com todos eles. Ela amou a cena do divórcio no tribunal. Ela estava torcendo por mim.
Florence: Eu estou sempre torcendo por todas as personagens dela. “Se divorcie!

Fonte: Empire UK.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.
 

 



O livro oficial do filme “Viúva Negra“, a ser lançado pela Marvel, finalmente ganhou uma data prevista para chegar às prateleiras mundo afora: o lançamento está inicialmente marcado para o dia 6 de outubro de 2020, com a pré-venda provavelmente se iniciando em uma data próxima!

O especial, que se trata de um guia completo do filme; incluindo entrevistas inéditas com o elenco e a equipe, irá proporcionar ao leitor a experiência de se submergir no processo de criação da mais nova e aguardada obra da Marvel Studios. Apresentando fotos e imagens das filmagens, o título trará também conteúdo exclusivo do elenco principal (Scarlett Johansson, Florence Pugh, David Harbour e Rachel Weisz), além de bate-papos com a equipe responsável por dar vida ao mundo da espionagem de “Viúva Negra” e uma análise aprofundada da história em quadrinhos da icônica personagem da Marvel.

Confira abaixo a prévia da entrevista de Florence traduzida por nossa equipe e a nova imagem promocional divulgada no scan:

YELENA BELOVA
Florence Pugh fala sobre família e ser a assassina prática e objetiva que faz o que tem que ser feito.

Como você se sentiu ao ingressar no Universo Cinematográfico da Marvel?
Como em qualquer franquia, é sempre um pouco intimidador, devido ao que você irá trazer e de quem você irá interpretar. Eu acho que, para qualquer ator, isso automaticamente será algo muito marcante e especial, quer você assista a esses filmes pessoalmente ou não. Todo mundo cresce envolto nos filmes da Marvel, ou assistindo a eles, ou, ainda, com algum irmão que os ama e é um(a) fã ávido(a).

Foi convidativo o quanto o Universo Cinematográfico da Marvel vem se expandindo?
Totalmente. O próprio fato de terem colocado Cate Shortland na cadeira do diretor, alguém que eu nunca teria imaginado que estaria dirigindo um desses filmes, na frente de uma das histórias mais queridas, é incrível. Isso por si só já aponta para uma nova direção. O que nós viemos tentando explicar desde o começo, é que parece que Cate está apenas dirigindo outro de seus filmes. Que por acaso acontece de ter essa mega história do Universo Cinematográfico da Marvel por trás. Nunca pensei que essas duas coisas se misturariam tanto. Além disso, a história que estamos contando é bastante assustadora. É sobre mulheres que foram, essencialmente, abusadas e treinadas para serem máquinas mortíferas. Como Scarlett disse inúmeras vezes, esse é o momento certo para ela contar a história da Viúva Negra. E não estamos nos esquivando do fato de que essa história é essencialmente sobre mulheres recuperando sua vida. E é um filme da Marvel Studios, também. Isso é muito raro, e é muito emocionante fazer parte disso.

Conte-nos sobre a sua personagem.
Eu interpreto Yelena, a irmã mais nova irritante que fala tudo o que vem à cabeça sem medir as consequências. Quando nós a conhecemos, ela está meio que descobrindo o mundo sob uma nova perspectiva. Ela está magoada, é complicada e age de forma desgovernada. Quando ela reencontra a personagem de Scarlett, Natasha, Yelena está meio que redescobrindo quem ela é após ficar tanto tempo na Sala Vermelha. Então, juntas, elas percebem que estão sofrendo de maneiras muito semelhantes. Há uma amizade adorável e única entre as duas, porque, no fim das contas, elas são irmãs que não se viam há muito tempo. Elas consertam uma à outra e a falta que ambas fizeram em suas vidas. No centro disso, está essa jornada bastante brutal de descobrirem quem elas são, e isso é algo que eu não imaginava que combinaria com tantas explosões incríveis, armas, e isso e aquilo. Na verdade, há uma história muito triste no fundo.

Fonte: Black Widow: The Official Movie Special e Amazon.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Em uma breve entrevista à edição especial de agosto da revista Empire UK, intitulada de Big-Screen Preview Issue, a diretora de “Viúva Negra“, Cate Shortland, confirmou que Florence Pugh será a nova Viúva Negra do Universo Cinematográfico da Marvel. Cate, que não poupou elogios a performance da atriz no papel de Yelena Belova, falou também um pouco sobre o processo de edição do filme, que sofreu um pequeno atraso devido a pandemia do novo coronavírus. Confira abaixo alguns trechos traduzidos nos quais a diretora menciona Florence e o filme e seu processo de pós-produção:

Viúva Negra
A diretora Cate Shortland diz-nos para esquecer o que achamos que sabemos — a tão esperada pré-sequência de Natasha Romanoff está cheia de surpresas

Empire UK: Como vai você? Vocês já deveriam ter concluído e finalizado o filme a essa altura.
Cate Shortland:
Nós estávamos a uma semana de finalizar a edição quanto tivemos que parar, e então, provavelmente, levaram outras duas semanas para reunirmos a tecnologia necessária para que pudéssemos continuar editando. A parte musical está toda pronta. Estamos quase lá!

Empire: Bom, você tem que se manter ocupada. Então você está iniciando a Fase Quatro da Marvel com a pré-sequência, voltando ao passado para avançar até o futuro. Essa contradição é algo sobre o qual você falou ao fazer esse filme?
Cate:
Sim, foi. Kevin [Feige, chefe da Marvel] sempre se interessa pelo inesperado. Ele percebeu que o público esperava uma história de origem, então, é claro, fomos na direção oposta. E não sabíamos o quanto Florence Pugh seria genial. Nós sabíamos que ela seria ótima, mas não sabíamos o quanto. Scarlett é tão graciosa, ela disse, “Oh, estou passando o bastão para ela.” Então isso vai impulsionar outra história feminina.

Empire: Então você vê esse filme mais como uma entrega do que apenas uma despedida de Scarlett?
Cate:
Sim. Em “Ultimato“, os fãs ficaram incomodados com o fato de Natasha não ter tido um funeral. Enquanto Scarlett, quando eu conversei com ela sobre isso, disse que Natasha não iria querer um funeral. Ela é muito reservada, e de qualquer maneira, as pessoas não sabem realmente quem ela é. Então, o que fizemos nesse filme, foi permitir que o final fosse a dor que os indivíduos sentiam, ao invés de uma grande manifestação pública [de tristeza]. Eu acho que é um final adequado para ela.

Empire: Essa é uma abordagem muito interessante também, dado o fato de que há um aspecto de solidão nela. Colocá-la junto a uma quase-família é realmente contra-intuitivo.
Cate:
Totalmente, e novamente é Kevin, insanamente inteligente. Essas pessoas a conhecem desde a infância, então a máscara dela tem que cair imediatamente, porque, caso contrário, eles chamam sua atenção. Esse é um lado dela que vocês não estão acostumados a ver e eu acho que essa é uma maneira particularmente feminina de se olhar para uma história. Muitas vezes, os homens olham para as coisas em um grande mural mítico, certo? A grande heroína que vai matar o inimigo. O que nós abordamos foi, quem é ela quando está sozinha? Quem é ela com as pessoas que a conhecem melhor? Esses são os detalhes que estávamos procurando [explorar].

Empire: Isso foi um desafio para Scarlett em termos de atuação? Essa personagem tem sido tão definida por sua privacidade que, quando você a aprofunda e a faz se abrir, pode parecer uma pessoa completamente diferente.
Cate:
Ela sempre será reservada, mas acho que o que Florence Pugh fez, como atriz, foi se revelar tão completamente que Natasha não tem outra escolha a não ser fazer o mesmo. Então você tem esse… quase um romance realmente bonito entre as duas garotas. É a história de irmãs. Estou orgulhosa do que ambas fizeram, porque é bastante sutil mas, emocionalmente, tem muito amor, empatia e compaixão.

Fonte: Empire UK — The Big-Screen Preview Issue.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.



Florence Pugh foi convidada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela maior e mais importante premiação do cinema, o Oscar, a se juntar à organização. Florence faz parte do seleto grupo de 47 atores e atrizes que compõe a lista de um total de 819 artistas e executivos convidados que se destacaram por suas contribuições ao cinema.

A lista de convidados do ano de 2020 é composta em 45% por mulheres, 36% por membros de comunidades étnicas/raciais sub-representadas e em 49% por estrangeiros de 68 países. Ela inclui, ainda, 75 indicados ao Oscar, 15 deles ganhadores, e cinco ganhadores de Prêmios Científicos e Técnicos. Aqueles que aceitarem os convites serão as únicas adições à associação à Academia em 2020.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas emitiu uma breve declaração ao divulgar a lista, através de seu presidente, David Rubin:

A Academia tem o prazer de receber esses ilustres companheiros de viagem nas artes e nas ciências cinematográficas. Sempre abraçamos talentos extraordinários que refletem a rica variedade de nossa comunidade cinematográfica global, agora mais do que nunca.

Além de Florence, também fazem parte dos atores convidados nomes como Lakeith Stanfield, Cynthia Erivo, Kaitlyn Dever, Ana de Armas, Awkwafina, Zazie Beetz e muitos outros. A lista completa pode ser conferida aqui.

 
Fonte: Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.



Florence Pugh concedeu uma entrevista exclusiva para a edição britânica de junho da revista Elle, realizada por Hannah Nathanson, acompanhada de um ensaio fotográfico realizado por Liz Collins. Na entrevista, a atriz abordou seu próximo projeto, o filme da Marvel Studios “Viúva Negra“, seu namoro com o também ator Zach Braff, a fama e muito mais. Confira abaixo a entrevista traduzida, as fotos da sessão fotográfica e os scans da revista:

Você já conheceu Florence Pugh?
Prática, sincera e deliciosamente travessa, Florence Pugh não só é uma das atrizes mais talentosas de sua geração, mas também é uma das mais intrigantes.

Florence Pugh está tendo um momento intensamente prazeroso. Lentamente, elegantemente, com a precisão tentadora de Nigella Lawson, ela corta uma bola reluzente de burrata. ‘Ai meu Deus! Você viu isso?‘ A burrata está em sua frente, salpicada em molho pesto; seu conteúdo escorrendo para o prato. ‘Foi bem sensual, não foi?‘ ela diz. Há uma pausa. ‘Não conte ao mundo que eu disse que cortar queijo foi bem sensual.’

Mas almoçar com Florence Pugh é uma experiência sensual. Talvez isso se deva ao fato de nossa tarde ser cheia de insinuações seguidas de sobrancelhas erguidas (dela, não minhas), ou ao fato de que a risada de Pugh – um rugido alto, profundo e desinibido (ela chama isso de sua ‘risada de dinossauro’) – ecoa pelo restaurante a cada poucos minutos. Ou talvez seja apenas o fato de Pugh ser um dos grandes artistas sensuais – alguém livre das superficialidades de relações públicas; possuindo apetite extraordinário, opiniões em abundância e uma transparência rara que faz com que todos que a conheçam queiram desfrutar de sua companhia.

Nos encontramos no Luca, um restaurante italiano em Clerkenwell, Londres. (Isso aconteceu apenas algumas semanas antes de sermos forçados ao confinamento do Covid-19.) Pugh está naquele delicioso estágio em sua carreira em que ainda está disposta a oferecer a um jornalista mais do que um ‘bate-papo’ de uma hora para seu ensaio fotográfico de capa, então optamos por um almoço. O pai dela era dono de restaurante e ela tem um passatempo secundário bem-sucedido de testar receitas em seu Instagram Stories, então ela está em um ambiente bastante familiar arregaçando as mangas nos confins da cozinha de um estranho. Quando chega, ela cambaleia para dentro com uma mala quase do seu tamanho e várias sacolas cheias do que parece ser todos os seus pertences mundanos. Ela explica que passou os últimos meses em Los Angeles, mas acabou de pousar em Londres por algumas noites antes de voltar para a casa da sua família em Oxfordshire.

Atualmente em LA, onde está vivendo em confinamento, ela diz que cozinhar tem sido sua salvação durante esses tempos de ansiedade passados longe de sua família: ‘Quando o confinamento mundial começou e a situação obviamente ficou séria bem depressa, eu me encontrei desesperada para cortar. Alimentar. Comer. Repetir! Isso me acalma, me manter ativa e criar.‘ Ela também não está imune ao frenesi de fazer massa fermentada: ‘Eu me tornei uma criadora de pão lêvedo,‘ ela me conta de LA. ‘Eu guardei uma fatia de cada pão no freezer para que minha mãe possa experimentar o progresso, do começo ao fim, quando o isolamento afrouxar.

Além de compartilhar suas habilidades de fazer pão, Florence está ansiosa para voltar à normalidade após o confinamento: ‘Continuo sonhando acordada com caminhar pelo Soho ou por East London enquanto o sol brilha, com um coquetel de lata da M&S (é tradição) na mão e minhas amigas em meus braços,‘ ela diz.

As condições de vida restritas também foram um momento de auto-reflexão: ‘Fiquei tão surpresa com o quão cruel sou comigo mesma! Vivendo em confinamento, descobri que não há sentido em se chatear consigo mesmo por não ler aquele livro, escrever aquela música, ou malhar naquele dia. Estou me ensinando a encontrar alegria o máximo que puder e a diminuir o ritmo nesses longos dias em aberto.‘ Isso significa ficar longe do Zoom também: ‘Não tecnológica de forma alguma… eu fiz uma peça virtual ao vivo de “In Our Youth” há algumas semanas e, enquanto eu estava logando [no Zoom], errei o número de ID da sala e acabei entrando em uma reunião de estranhos que GRAÇAS A DEUS só iria começar em 30 minutos!

De volta a uma Londres pré-confinamento, estamos a meia hora em nossa aula de fabricação de massas com o chefe de cozinha quando começa. Enquanto enrola nhoque em uma tábua própria para massas que parece um batente de porta, Florence declara: ‘Quem decidiu pegar uma palmatória e dizer, “Vou esfregar minha massa nela?”‘ Uma deixa para a ‘risada de dinossauro’ e um chefe de cozinha corado que apressadamente apresenta uma tábua de formato diferente. Quando chefs entram no local, um com montes de massa, outro trazendo pratos de sobremesa, Pugh fica como um cachorrinho empolgado. ‘Errrrm, o que?‘ ela grita a uma montanha de tiramisu. ‘Tiramisu é a minha sobremesa favorita. Você sabia disso?‘ ela pergunta ao chef estupefato. Ele confidencia que ganhou peso desde que assumiu o cargo. ‘Tudo bem,‘ ela o tranquiliza. ‘Você é um chef… combina com você.

Pugh está acostumada a criar camaradagem com estranhos. Ela atribui isso a uma família animada, meio amantes de comida, meio dramáticos (seu irmão e sua irmã também são atores). ‘Eu cresci em uma família muito grande, em que comer, performar e conversar eram coisas que aconteciam tradicionalmente todos os domingos,‘ ela diz enquanto nos sentamos para apreciar nossas massas. ‘Nós tínhamos grandes almoços com todo o tipo de pessoas, vindas de todos os lugares do mundo – músicos, artistas, escritores – e era esperado que nós [as crianças] falássemos e acolhêssemos [as pessoas].

Quando Florence era uma adolescente de 17 anos em uma escola particular de Oxford, ela fez testes para o filme “The Falling“, de Carol Morley, sobre um grupo de garotas que, misteriosamente, continuavam a desmaiar. Florence, que se destacava nas artes, mas nunca havia estudado-a especificamente, conseguiu um dos papéis principais ao lado de Maisie Williams, de Game of Thrones, que ainda era relativamente desconhecida na época. Apesar de nunca ter frequentado uma escola de artes cênicas, foi uma performance impecável de Florence, que interpretou uma adolescente promíscua que enfeitiçava todos que a conheciam.

Durante as filmagens, Carol Morley não permitia que as garotas se assistissem no monitor: ‘Acho que ela não queria que a gente atuasse por vaidade, ou que soubéssemos o que não gostávamos em nós mesmas na tela,‘ diz Pugh. ‘Ela queria nos manter o mais ingênuas possível.‘ Esse estilo de direção, sem dúvidas, ajudou, pois a carreira de Pugh decolou. ‘Nunca me incomodei com as coisas estranhas que acontecem durante as gravações, talvez por causa disso. Não me importo com a minha papada, isso não faz parte do processo de atuação para mim.

No início deste ano, Florence foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, após seu papel como Amy March ao lado de Saoirse Ronan e Emma Watson em “Adoráveis Mulheres“. Greta Gerwig, a diretora do filme, me conta que Florence trouxe sua energia familiar e divertida ao set todos os dias: ‘Ela sabe instintivamente como fazer parte de um grande grupo familiar. Ela sempre era a primeira nas brincadeiras de luta, a primeira contando uma piada, desencadeando uma crise de risos, comendo os bolos do cenário. Ela tinha aquela energia transbordante da irmandade.

Essa proximidade de irmã é algo que Scarlett Johansson, sua parceira de cena no próximo filme da Marvel, “Viúva Negra“, também sentiu: ‘Eu não tenho uma irmã mais nova,‘ ela me diz ao telefone, de Nova York. ‘Mas com a Florence, eu sinto que há alguns elementos da dinâmica irmã mais velha/irmã mais nova.‘ Com o filme mais recente da Marvel, Pugh está deixando sua própria marca: seu novo status estelar foi confirmado em apenas 30 segundos em um trailer exibido durante o Super Bowl, assistido por mais de 100 milhões de pessoas. Nele, Pugh ganhou tempo de tela equivalente ao da colega de trabalho e indicação ao Oscar, Johansson.

No meio de seu sucesso, é difícil esquecer que Florence ainda está no começo de seus 20 e poucos anos. ‘Queria ter sido tão confiante quanto ela é quando eu tinha sua idade,‘ diz Scarlett. ‘Ela é confiante quanto a sua aparência e tem muito respeito por si mesma. Ela me lembrou – só de ouvi-la falar sobre seus relacionamentos com amigos, família ou seu namorado – o quão importante é ter segurança em suas crenças e desejos.

O namorado de Florence é o ator Zach Braff, que por acaso também é 21 anos mais velho que ela. Muita polêmica foi feita em cima da diferença de idade (grande parte em forma de linchamento virtual – falaremos mais sobre isso depois), mas quando você passa um tempo com Pugh, você se pergunta como um homem de 24 anos de idade conseguiria ser adequado.

Sua decisão de aceitar o papel de Yelena Belova em “Viúva Negra” – uma espiã russa que, como a personagem de Johansson, Natasha Romanova, foi treinada no programa Viúva Negra – não foi fácil de se tomar. ‘Quando você pensa na Marvel, é grandioso e intimidador. Especialmente sendo uma atriz relativamente pequena, refletir sobre isso e pensar, “Oh! Eu vou fazer parte disso,” é uma decisão importantíssima,‘ diz ela. Mas nada poderia ter preparado Florence, que admite que não ter sido uma fã fanática da Marvel durante a infância e a adolescência, para a massiva resposta global. No último verão, o elenco foi revelado na San Diego Comic-Con, a convenção anual de super fãs. ‘Era como um armazém cheio de gente,‘ diz ela. ‘Nós saímos [para o palco] e eu nunca havia escutado um estrondo como aquele. O que foi realmente adorável é que dissemos olá, e então fomos para a frente do público e assistimos a um clipe. Durante todo o tempo, Scarlett marchou como se fosse a rainha deles,‘ diz Florence. ‘Ela é tão incrível e faz tudo com maestria. Em seguida nós assistimos o clipe e eu estava com medo porque meu sotaque russo seria revelado ao mundo e eu não sabia como ele soava. Eu também estou interpretando uma personagem que ninguém viu antes, apesar de já terem lido sobre ela; eu não sabia se as pessoas iriam me odiar. Nós duas ficamos lá paradas e instantaneamente, minhas mãos começaram a ficar úmidas e a suar. Scarlett me deu a sua mão e nós apertamos as mãos uma da outra, e ela também estava com as mãos úmidas! E então eu fiquei tipo, “Oh, você nunca se acostuma com isso. Isso é tão poderoso [para você] e você é a lenda deles”.

A personagem de Pugh em “Viúva Negra” é descrita como estando ‘no auge de sua condição atlética’. Quando eu digo isso a Florence, ela solta uma risada rouca que parece vir não de sua barriga, mas de seus pés. ‘Essencialmente, você tem que se movimentar com perfeição. Pessoalmente, eu amei tudo isso porque cresci com muita dança e muita movimentação. Eu estava sempre brincando de luta com meu irmão [o ator e músico Toby Sebastian], então acho toda essa coisa de combate muito empolgante. Uma vez que você vai mostrar isso para as câmeras, você tem que saber como fazê-lo de maneira correta e que pareça real, e isso é uma categoria totalmente diferente,‘ diz ela.

Há muito tempo existem rumores de que as estrelas dos filmes da Marvel têm que se submeter a uma dura rotina de exercícios e dietas exigentes, o que é interessante, uma vez que Florence já havia falado sobre más experiências quanto a autoestima em relação ao corpo que ela teve em Hollywood quando adolescente. ‘Quando consegui o emprego, quis saber qual era o regime,‘ diz ela, comendo uma garfada de bacalhau. ‘Eu quis saber se seriam eles ou eu quem daria as ordens. Isso foi muito importante para mim. Eu não queria fazer parte de uma coisa na qual eu seria constantemente fiscalizada. E ter pessoas se certificando de que eu estava na forma “correta”. Isso não é para mim de jeito nenhum.

Ainda assim, ela disse que comia bem, cozinhava de manhã e levava uma vasilha plástica com comida caseira todos os dias. ‘Scarlett tinha esse cara incrível que cozinhava coisas lindas para ela e sua equipe. Eu achei que isso foi inteligente, porque você está se exercitando o tempo todo e precisa ter alguém que realmente saiba o que você está comendo e que nutrientes está recebendo. Lembro dela me perguntando, “Por que você está cozinhando para si mesma? Nos deixe alimentar você de uma vez!” E eu fiquei tipo, “Não,” ela diz, rindo com a lembrança. ‘Meu cérebro é tão “Pew, pew, pew,”‘ diz ela, atirando lasers imaginários com os dedos. ‘De verdade, meu hobby terapêutico é cortar, cozinhar, mexer e provar.

Uma das coisas pelas quais os fãs de Florence a amam, é sua abordagem franca à vida como uma atriz, especialmente nas redes sociais. Ela fez recentemente uma série de Instagram Stories censurando duramente seu iPhone por colocar automaticamente um filtro em uma selfie que ela postou: ‘Isso deve ser uma escolha sua,‘ diz ela, ainda visivelmente aborrecida com a experiência. ‘Eu não estou dizendo que quero evidenciar minhas falhas por aí, mas a questão é que eu deveria ter decidido que elas fossem eliminadas, e não meu telefone ser automaticamente programado para sumir com as coisas que me fazem ser quem sou.

Ela admite que aborda a vida online com um toque de diversão. ‘Quando estou fazendo marmelada, não me preocupo em estar com o cabelo bonito. Há momentos em minha vida nos quais eu me arrumo e dois artistas incríveis vêm em minha casa e me pintam, puxam e escovam por duas horas. E então eu vou para o tapete vermelho. É um evento de duas horas, em seguida vou para casa e tiro tudo. Mas quando eu faço marmelada, minha aparência está normal,‘ diz ela.

As redes sociais foram também onde ela revidou os ataques verbais contra Braff. Quando emergiram fotos de paparazzi dos dois de mãos dadas, trolls criticaram duramente o ator de “Scrubs“, dizendo: ‘Você tem 44 anos’, Florence respondeu com a simples réplica: ‘E ainda assim, ele me conquistou’. Quando ela relembra sua resposta, diz que foi ‘necessária‘. ‘Porque as pessoas precisam perceber que isso é ofensivo. Eu tenho o direito de conviver, ficar e sair com quem eu quiser,‘ diz ela, soltando uma risada nervosa.

Eu sempre achei essa parte do que as pessoas fazem realmente bizarra. Sou uma atriz porque gosto de atuar e não me importo que as pessoas assistam minhas coisas, mas elas não têm nenhum direito de me educar em minha vida pessoal.‘ Ela, no entanto, tem consciência de que namorar outro ator pode atrair mais atenção: ‘Eu sei que parte de estar nos holofotes é que as pessoas podem invadir sua privacidade e ter opiniões quanto a isso, mas é bizarro que pessoas comuns possam mostrar tanto ódio e opiniões sobre uma parte da minha vida que eu não estou abrindo ao mundo. É um lado estranho da fama você poder ser dilacerado por milhares de pessoas, mesmo que você não tenha exibido essa parte de si por aí,‘ diz ela, subitamente séria. ‘Eu não quero falar sobre isso porque não é algo que eu queira enfatizar, mas meu ponto central sobre isso tudo é que, não é esquisito que um estranho possa estraçalhar totalmente o relacionamento de alguém e que isso seja permitido?

Pugh levou seus pais, não Braff, ao Oscar. ‘Isso não foi para depreciar ninguém; eu precisava que eles estivessem lá,‘ diz ela. Ela achou a experiência ‘tão incrível, estranha e incomum‘, mas ela tinha guloseimas para sobreviver às quatro horas de cerimônia. ‘A certa altura, todos se levantaram para aplaudir Martin Scorsese. Eu havia acabado de pegar um pacote de M&Ms. Quando todos nos levantamos, uma câmera apareceu bem em meu rosto e eu estava sacudindo esse saco de M&Ms por aí. Então eu simplesmente tive que largá-lo… no chão. Eu pensei, “não posso ser a garota que está comendo M&Ms enquanto aplaude o Martin de pé.”

Estamos em nossa terceira tigela de macarrão quando o tempo da nossa entrevista acaba. Tem um motorista esperando para levar Florence a Oxfordshire. Ela pede educadamente para que as sobras sejam embaladas. ‘Minha mãe adoraria uma marmita,‘ diz ela, obviamente ansiosa por alguns confortos domésticos. Nós andamos pelo restaurante e eu pergunto se ela costuma ser reconhecida. Ela diz que, a menos que esteja com alguém (como Scarlett) e as pessoas somem dois mais dois, ninguém a para na verdade; ela se safa por ser ‘uma loira normal’.

Ela arrasta sua mala para o carro enquanto faz malabarismos com diversas bolsas: ‘No Oscar uma semana, e olhe para mim agora!‘ exclama ela quando nos abraçamos em despedida. Mas, enquanto ela se afasta no carro com suas sobras no colo, eu não tenho certeza de quanto tempo a vida como uma loira normal irá durar.

Fonte: Elle Uk.
Tradução e adaptação: Florence Pugh Brasil.
 

 



Em abril foi anunciado pela Variety, revista estadunidense semanal especializada em cinema e na indústria do entretenimento, que Florence Pugh irá estrelar o mais novo filme de thriller psicológico da diretora e atriz Olivia Wilde, “Don’t Worry Darling“.

Produzido pela empresa New Line Cinema, o longa irá se passar em uma comunidade utópica e isolada no deserto da Califórnia, ambientado nos anos 1950.

A New Line considera o filme uma grande prioridade, tendo conquistado os direitos após uma disputa acirrada de licitações devido à aclamação da estreia como diretora de Wilde em “Fora de Série“.

Catherine Hardwicke é a produtora executiva do filme, ao lado de Shane e Carey Van Dyke. Silberman já está reescrevendo o roteiro originalmente assinado por Shane e Carey Van Dyke.

O elenco conta com nomes como Chris Pine (Mulher-Maravilha), Shia LaBeouf (Honey Boy) e Dakota Johnson (Cinquenta Tons de Cinza).

 



Ontem, 02 de fevereiro, durante o intervalo do Super Bowl, foi exibido um novo comercial de ‘Viúva Negra‘, intitulado de ‘Choose‘. No novo Spot, Natasha (Scarlett Johansson), Yelena (Florence Pugh), Melina (Rachel Weisz) e Alexei (David Harbour) se reúnem para enfrentar os fantasmas de seu passado e o vilão Treinador.

Confira:

A Marvel divulgou também pôsteres individuais de alguns personagens, incluindo Yelena Belova:

Confira a sinopse oficial do filme divulgada pela Marvel Studios em janeiro e traduzida pela nossa equipe: “No thriller de espionagem repleto de ação da Marvel Studios, ‘Viúva Negra‘, Natasha Romanoff confronta as partes mais sombrias de seu histórico quando uma conspiração perigosa ligada ao seu passado surge. Perseguida por uma força que não parará por nada até acabar com ela, Natasha deve lidar com sua história como uma espiã e os relacionamentos rompidos que deixou para trás muito antes de se tornar uma Vingadora.”

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 30 e abril de 2020!



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